sábado, 12 de julho de 2008

HOJE ME PRODUZI TODA E... CEGUEI UM COELHO.

HOJE ME PRODUZI TODA E... CEGUEI UM COELHO.
(Autor: Antonio Brás Constante)

Muitos costumam viver suas vidas em verdadeira paz de espírito, totalmente indiferentes ao mundo que gira ao seu redor. São indivíduos que trabalham, estudam, vão ao mercado, ou à farmácia, demonstrando uma serenidade no rosto, pois sabem que são pessoas de bem, incapazes de fazer mal a uma mosca. E eles estão inteiramente certos em pensar assim, já que diretamente não infligem nenhum mal aos seus semelhantes. Porém, muitas das causas de atrocidades no mundo estão nas entrelinhas...

Vamos tomar por base uma ida ao cabeleireiro na década de 80, onde as mulheres da época (assim como as mulheres de hoje), tentavam dar uma produzida no visual, buscando novidades que as deixassem mais belas. Mas, ao agirem assim estavam indiretamente contribuindo com a tortura, cegueira e matança de animais indefesos (como o coelho, por exemplo). Se bem que para compactuar com tal crueldade, elas não precisariam ir ao cabeleireiro, já que foram alguns dos testes feitos para confecção de artigos estéticos (que elas também tinham em casa), os responsáveis diretos por tais atos bárbaros contra vários animaizinhos da natureza (muitos deles adorados por seus filhos, quando assistidos em desenhos animados que exibiam cenas do bosque encantado).

Mas afinal, onde é que um escritor de fundo de quintal (acreditem, alguns escritores têm quintal, e eu me incluo entre eles), quer chegar falando sobre isso? Bem, talvez a lugar algum, ou quem sabe despertar algumas pessoas para este tipo de fato, do mesmo modo que fui novamente despertado ao ler a matéria “ele precisa ser sacrificado?” (chamada de capa na revista Galileu de maio/08).

A sociedade avançou no decorrer da história, criando hábitos de consumo que necessitam da utilização de animais para o desenvolvimento de seus produtos de forma segura, nos protegendo dos efeitos indesejáveis que eles poderiam vir a causar. Claro que este tipo de pesquisa envolvendo seres vivos pode não se resumir apenas aos animais considerados irracionais (mas que sentem dor e todo tipo de sentimentos inerentes a qualquer indivíduo). Muitas vezes as cobaias são os próprios seres humanos, como em casos ocorridos na África, com testes envolvendo medicamentos para o combate do HIV, onde parte dos pacientes tomava placebo achando que aquele “medicamento” iria protegê-los contra o vírus.

Sempre é bom lembrar que se não fossem estes testes, muitas das descobertas científicas envolvendo remédios, técnicas de transplantes de órgãos, entre outros frutos advindos desse tipo de pesquisa, não teriam sido alcançadas. Descobertas que conseguiram evitar a morte e o sofrimento de inúmeros seres humanos, também favorecendo muitos animais que delas se beneficiaram.

Enfim, dizer que podemos dormir com a consciência tranqüila simplesmente por nos mantermos alienados aos meios que se empregam para garantir nossa qualidade de vida (seja ela estética, gastronômica, medicinal, etc) é mais do que pura inocência é, sobretudo, uma falta de nossa própria essência, intitula por nós como: humanidade.
E-mail: abrasc@terra.com.br
Site: www.recantodasletras.com.br/autores/abrasc

NOTA DO AUTOR: Divulgue este texto para seus amigos. (Caso não tenha gostado do texto, divulgue-o então para seus inimigos).

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domingo, 6 de julho de 2008

LOST e Wikpédia: FUI EXCLUÍDO!

LOST e Wikpédia: FUI EXCLUÍDO!
(Autor: Antonio Brás Constante)

Se a vida de um escritor já não é nada fácil, quem dirá então a vida de um eterno aprendiz de escritor (como no meu caso). Para conseguirmos romper a barreira do anonimato, a criatividade é nossa maior arma. Porém, é somente através do auxílio dos meios de comunicação que conseguimos chegar aos olhos dos leitores. Mas o espaço na grande mídia é limitado e concorrido. Por isso, salvo alguns poucos iluminados pelos holofotes da televisão, que conseguem através de participações em BBB ou similares, os seus preciosos minutos de fama e consagração, a grande maioria acaba mesmo é torcendo para que algum meteoro caia em seu pátio (de preferência com algum alienígena amistoso dentro), glorificando assim seu caminho rumo ao sucesso.

Uma outra forma de divulgação muito forte e eficaz é a internet. Mas, engana-se quem acredita que este mundo virtual é aberto e receptivo. Ao contrário, para se destacar nele é preciso bem mais do que apenas um bom jogo de cintura (em alguns casos uma musiquinha com palavras de baixo calão, ou um vídeo apelativo funcionam). E foi ingenuamente pensando em marcar posições através de alguns “points” disponíveis na internet que acabei sumariamente: “EXCLUIDO”.

Primeiramente foi a tal da Wikipédia, um lugar onde se pretende criar uma espécie de enciclopédia viva, alimentada e fomentada diretamente pelos internautas. Fonte de pesquisa quase inesgotável, e sendo assim, crivada de regras. Movido pela curiosidade e pela idéia de também inserir ali meu nome (marca registrada em certidão de nascimento e autenticada em cartório), acabei me cadastrando e tecendo através de pérolas textuais um pouco de quem eu sou (recheando com doses de humor).

Tudo devidamente escrito, publicado e rapidamente... Deletado. As justificativas vieram em explicações vagas do tipo: “principio da imparcialidade”, ou taxando meus textos de propaganda, etc. Então, sem mais nada a fazer, disse adeus e fui embora, sem sair de minha cadeira (se alguém quiser saber mais, procure na internet (google, orkut, etc) o texto “WIKIPÉDIA – EU TÔ FORA”).

Algum tempo depois (mas precisamente nestes últimos dias), resolvi humorizar o seriado LOST, mesmo sabendo que alguns odeiam, outros amam, e outros ainda (que não são os outros do próprio seriado) nem sabem do que estou falando. Com esta idéia na cabeça criei uma comunidade no orkut “LOST - HUMOR” e montei um site: www.hploco.com/lost com a seguinte chamada: “Esta comunidade é uma paródia do seriado LOST (...) e acontece em um prédio, onde dezenas de pessoas caem de elevador em uma misteriosa sessão desativada de achados e perdidos. O maior mistério aqui é saber como couberam tantas pessoas dentro de um único elevador”.

Após criar os primeiros tópicos, comecei a divulgação (caso não tenham notado, este texto também faz parte da divulgação), a primeira idéia foi divulgar a comunidade em fóruns, comunidades, e FAQs voltadas para os fãs do LOST. Porém, já na primeira tentativa de propaganda em um dos tais fóruns, acabei sendo (em tempo recorde) excluído, bloqueado, desativado e talvez até amaldiçoado.

Enfim, o mundo virtual, mesmo com toda a pretensa abertura, ainda é um lugar bem fechado, com regras que em muitos casos ferem a liberdade de criação que se prega como existente para este espaço, por isso às vezes é preciso tentar romper estes padrões de poder e monopólios, visando libertar novas idéias, para que voem livres através de olhos apaixonados por todos os tipos de leitura.

E-mail: abrasc@terra.com.br
Site: www.recantodasletras.com.br/autores/abrasc

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quinta-feira, 3 de julho de 2008

WIKIPÉDIA – EU TÔ FORA.

WIKIPÉDIA – EU TÔ FORA.
(Autor: Antonio Brás Constante)

Este texto transcreve a forma como me cadastrei na WIKIPÉDIA, sendo também o motivo de ter meu cadastramento excluído, por não obedecer aos seus padrões e normas. Alguns poderão achar que foi um ato de rebeldia de minha parte, mas acreditem, só quis ser eu mesmo, deixando ali a marca registrada de meu humor. (atenção: este texto é um complemento da crônica: “LOST e Wikpédia: FUI EXCLUÍDO!”, que ficará inédito até 05.07.2008... Aguardem).

===Quem sou eu?===

Olá! Eu sou Antonio Brás Constante. Acho que estava dormindo, pois fechei meus olhos por breves instantes e quando acordei estava aqui. Não dá pra reclamar muito desta situação, afinal estar em um mundo virtual é sempre um conceito moderno de se viver. Troquei um corpo usado e em condições precárias de uso, por um corpo textual novinho, só não me dou um beliscão agora porque não tenho mais dedos, mas tudo bem. Com exceção da cervejinha gelada e dos rodízios de pizza, acho que vou acabar me acostumando com o lugar. A propósito: sou aprendiz de escritor gaúcho.

===Por que resolvi contribuir com a Wiki?===

Porque sou um filantropo de plantão no que se refere às letras. Gosto de juntar elas em punhadinhos e ir espalhando por aí, formando as palavras que se moldam destas junções. Vocês podem me chamar de louco, mas eu, se conseguir, vou chamar um táxi.

===Em que área eu talvez contribua mais?===

Quero poder contribuir em todas as áreas, e se possível, também nas cozinhas, nas salas e talvez até mesmo nos banheiros.

===Onde é possível me encontrar fora da Wiki?===

Vocês podem me encontrar em algum barzinho virtual tomando chope binário, ou em alguma dessas redes com rendas nas bordas.

Meu e-mail é: abrasc@terra.com.br e meu site onde publico minhas pérolas textuais é:
www.recantodasletras.com.br/autores/abrasc

Grande abraço.
ABC

quinta-feira, 26 de junho de 2008

VESTINDO A CAMISINHA HI-TECH

VESTINDO A CAMISINHA HI-TECH
(Autor: Antonio Brás Constante)

A cada dia a ciência cria novas curiosidades, que nas mãos de escritores acabam virando textos. Comigo não foi diferente. Primeiro foram os implantes de silicone musicais para os seios (“os seios tocam”), depois foi descoberta a clarividência através das nádegas (“bundomancia - olhando o futuro por trás”), e agora a novidade é a tal camisinha hi-tech, que promete dar uma mãozinha (sem a necessidade de se utilizar às mãos) para aqueles que precisam levantar coisas que vão além da própria moral.

Em um mundo aonde as invenções vem procurando amaciar as rotinas do dia-a-dia, o referido produto afirma fazer justamente o contrário para felicidade de seus usuários. Não tenho idéia de como funcionaria a tecnologia descrita (provavelmente seu modo de operação deverá ser similar ao dos elevadores), mas é sempre bom entender o funcionamento de acessórios dessa espécie, principalmente se você pretender um dia usá-los e se houver a necessidade de “downloads” (plugar por onde para se estabelecer à conexão?).

Neste cenário hi-tech, expressões sobre as facilidades de se dar o boot através do equipamento, podem ganhar interpretações inesperadas. A tal camisinha provavelmente já virá com um kit básico, composto com alguns comprimidos para dor de cabeça, procurando evitar as eventuais desculpas de mulheres que não estejam com muita vontade de interagir como uma tomada para este tipo de diversão.

Logo devem estar criando o viagra hi-tec, recheado de nanotecnologia voltada também ao prazer de seus consumidores. Quem sabe até com controle remoto para ajustes, tais como: tamanho, volume, etc. E com a função “auto-repeat” visando satisfazer até os mais animadinhos na cama. (ou seja lá o que forem usar nestas horas).

Como toda tecnologia esta sujeita a falhas, não faltariam aqueles que colocariam a culpa na camisinha por qualquer ausência de funcionamento durante seu manuseio, justamente no momento em que eles tivessem decidido parar de ler o manual para testar as novidades prometidas.

Talvez até tenham que criar um SAC (serviço de atendimento a camisinha), que lidaria com os mais diversos tipos de reclamações, como por exemplo: “não liga”, ou “não desliga”, ou ainda “a camisinha entrou em conflito com a prótese de silicone musical de minha esposa e cada vez que tentamos algo toca o alarme de incêndio aqui de casa através dos seios dela. Tenho que desligar agora porque alguns bombeiros já arrombaram a porta da frente enquanto outros estão jogando água pela janela exatamente em cima de nossa cama. Bem que um bundomante já havia me avisado que isto poderia acontecer...”.

Enfim, a tecnologia promete melhorias fantásticas em nossas vidas. Ressuscitando antigas atividades que antes residiam apenas nas lembranças de muitos. Resta-nos procurar evoluir juntamente com estas inovações, aproveitando ao máximo todos os seus benefícios e, na pior das hipóteses, sabendo como desativar o alarme de incêndio.

P.S: estou criando um site parodiando o seriado LOST, basta acessar: www.hploco.com/lost ou acessar minha comunidade no ORKUT: “LOST - HUMOR”

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Site: www.recantodasletras.com.br/autores/abrasc

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sábado, 21 de junho de 2008

USANDO OS DEDOS PARA FALAR DA LINGUA (Parte 2)

USANDO OS DEDOS PARA FALAR DA LINGUA (Parte 2)
(Autor: Antonio Brás Constante)

A língua é um assunto que não me sai da cabeça (ou melhor, da boca). Alias, às vezes ela até sai, mas nos momentos em que a pessoa para quem ela está sendo dirigida não está olhando. Eu, ao dizer, escrever, ou fazer isto, lembro que a língua é o símbolo do desagravo, do deboche.

Quando se exibe a língua para alguém é porque nada mais pode ser dito. Não há palavras que descrevam o que significa mostrá-la, salvo quando se vai ao médico, que aí vale a famosa frase: “Diga aaaaa...”, geralmente seguida de um palito de picolé (sem o picolé) que é enfiado na sua goela, dando-lhe aquela inevitável ânsia de vômito. Não resista a esta vontade, pois enquanto você não passar mal, o médico não vai retirar o palito da sua boca, ao contrário, ele var enfiar ainda mais fundo na sua garganta.

A língua já foi utilizada como o símbolo da sabedoria despojada, na figura de Eisten. Que com irreverência e simplicidade mostrou sua baita língua ao mundo e todos amaram e registraram a cena que entrou para nossa história. Mesmo no mundo das estrelas da música a língua marca presença. O que seria de Mick Jaeger, por exemplo, sem sua língua exposta. Mostrá-la é sua marca registrada.

Na higiene de alguns animais o papel da língua é fundamental. Os cachorros limpam-se usando a língua. Também os gatos tomam verdadeiros banhos de língua, daí a expressão: “banho de gato”. Pois, os felinos limpam cada pedacinho de seus corpos com ela. Cada pedacinho mesmo (nojentos!).

Agora o momento tão esperado e prometido, nós vamos discutir a língua no sexo. Todas as pessoas usam suas línguas neste momento, nunca ouvi falar de nenhum caso em que as pessoas extraíssem suas línguas para fazer amor. Se ela fosse algo como uma dentadura, até poderia. Mas acredito que a imagem de uma língua em um copo com água, ao lado da cama dos amantes, não seria uma imagem muito agradável de se ver.

Poderíamos passar várias horas discutindo sobre o sexo e a língua, mas a censura me impede de ir mais a fundo neste assunto. Mesmo a expressão “mais a fundo”, só foi possível de ser colocada no texto, após uma vasta discussão sobre seu duplo sentido.

Quando falo de censura, estou me referindo as minhas três tias beatas de Tucuruí. Responsáveis pela correção gramatical e pela manutenção de um bom nível escrito nos textos. Sem palavrões ou qualquer frase que macule seus olhos virgens de obscenidades.

Por isto, só posso me referir a língua como instrumento de alimentação. Utilizada quando se deseja lamber um gostoso picolé, saborosamente cremoso, derretendo dentro do calor de nossa boca. Ou chupar deliciosamente o suco doce do gomo de uma bergamota, que escorre pelo rosto, refrescando a pele por onde passa. Ou a mordida suave e deliciosa em um morango maduro e suculento, umedecendo e lambuzando nossos lábios. Desfrutar destas delicias pode nos proporcionar prazeres indeléveis, que só podem ser sentidos e saboreados pelo toque de nossas línguas ásperas e macias.

Para finalizar fica o meu conselho, usem suas línguas com sabedoria e o mundo será... Será... Como posso dizer... Será... Puxa vida, a frase está na ponta da língua...

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sexta-feira, 13 de junho de 2008

M.A.C (Mamíferos Aptos para Consumo).

M.A.C (Mamíferos Aptos para Consumo).
(Autor: Antonio Brás Constante)

Sempre que ouvimos falar em evolução falta uma peça no quebra-cabeça formulado no cerne das bases cientificas, filosóficas ou mesmo religiosas. Dispomos de 98% do DNA dos macacos, e ainda assim nos diferenciamos deles de forma assombrosa (alguns indivíduos, pelo seu modo de agir, nem tanto). Darwin bem que tentou explicar, as religiões também tentaram, todos sem muito sucesso. Porém, uma nova teoria invade minha fértil mente neste instante, algo aterrador, fantástico e na pior das infinitas hipóteses, verdadeiro.

Vamos entrar no embalo das teorias de conspiração, alterando algumas percepções para transforma-las em teorias da evolução. Começaremos com uma simples pergunta: Quantos seres humanos já foram abduzidos? De tempos em tempos aparece a notícia de que alguém foi capturado, estudado e devolvido intacto de volta ao nosso planeta. Este tipo de sistema não seria a mesma técnica de amostragem utilizada em alguns modelos de controle de qualidade?

E se os seres humanos fossem algo parecido com um tipo de chester. Criados por uma cadeia de lanchonetes intergaláctica para consumo de suas redes. Talvez aquilo que entendemos como universo seja apenas uma gigantesca incubadora, onde as pessoas são criadas, cultivadas e incentivadas para crescer e se multiplicar como um rebanho. Sendo incutido em nossas mentes algumas premissas básicas, como por exemplo, a religiosidade, algo bem bolado, pois evitaria que acabássemos nos matando à-toa (mais do que já nos matamos), também explicaria porque toda nossa evolução está nos empurrando para uma vida cada vez mais sedentária, com gente cada vez mais gordinha.

Some a isto a escassez dos recursos naturais e terá um aviso de que o fim está próximo para raça humana. Ao que tudo indica, a inteligência recebida por nós foi crucial para nossa proliferação em massa (já somos quase sete bilhões de bifes ambulantes e aumentando). Poderíamos dizer que nos enquadramos como um tipo de gado extremamente rentável, pois nos alimentamos sozinhos, engordando cada vez mais. Nós mesmos nos vacinamos, nos limpamos e multiplicamos, tudo feito em um gigantesco curral chamado de Terra, mas que dispõe do que precisamos para ficar cada vez mais tenros e suculentos. Qualquer outro animal não teria condições de se manter sozinho e possivelmente morreria diante da primeira peste, ou do primeiro meteoro, os dinossauros é que o digam.

Se tudo isto for de algum modo verdadeiro, poderemos supor que já está quase na hora da colheita final, onde serão separados o joio do trigo, com criminosos, políticos em geral e alguns tipos de advogados, sendo removidos como joio e torrados na grande fornalha infernal para servirem de adubo ou mesmo de ração, que será usada para alimentar algum monstro interestelar doméstico, de nome impronunciável, mas que se fosse um cachorro terrestre seria apelidado de Totó. Já os escolhidos, iriam para o céu... De uma das doze bocas de alguma criança alienígena, com seus oito braços e três cabeças, onde os humanos seriam servidos em nuvens deliciosas de pão com gergelim, nas cadeias de lanchonetes espaciais, com o sugestivo nome de M.A.C. (Mamíferos Aptos para Consumo).

Espero estar totalmente errado sobre estas teorias, apesar de que se elas forem verdadeiras, explicariam muita coisa sobre de onde viemos, para onde vamos e qual o sentido de nossas vidas. De qualquer forma, acho que seria uma boa idéia iniciarmos uma bela dieta.

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sexta-feira, 6 de junho de 2008

USANDO OS DEDOS PARA FALAR DA LÍNGUA (Parte I)

USANDO OS DEDOS PARA FALAR DA LÍNGUA (Parte I)
(Autor: Antonio Brás Constante)

A maioria dos seres vivos que conseguimos ver possui uma língua. Talvez você me pergunte: “E eu com isso?”. Bom, você eu não sei, mas eu vou falar deste instrumento bucal, que faz parte da anatomia de mamíferos, aves, répteis etc, bem como em animais de outros planos de existência, de outras galáxias e até de outras eras.

A língua é um utensílio básico que está na boca do povo. Pode ser encontrada tanto em minúsculas moscas como em gigantescas baleias. Ela é de certa forma tão importante, que se comparada a outras partes do corpo, acaba marcando sua presença de forma mais constante. Por exemplo, as aves não têm braços, mas têm língua. Os golfinhos não têm pernas (nem braços), mas têm língua. Alguns tipos de animais podem ser até cegos, mas a língua está lá para ajudá-los em suas vidas (digo “ajuda-los” porque com certeza ela não está atrapalhando).

A língua está presente também na culinária. Quem de nós, seres humanos, já não passou ou ainda vai passar pela seguinte situação: você chega ao bufê e vai se servindo das várias especiarias ali oferecidas, e eis que encontra uma travessa com aquela carne diferente, encoberta em um molho delicioso. Resolve pegar um pedaço, mesmo sem saber que tipo de carne é aquela. Ao cortá-la percebe o quanto ela é macia e tenra. Prova uma primeira garfada sentindo o seu sabor... Hummm... Uma delicia. Resolve repetir, pois aquela iguaria está maravilhosa.

Após se entupir de tanto comer, você fatalmente acabará fazendo duas perguntas ao garçom. A primeira, por curiosidade, é que tipo de carne era aquela que você comeu. O garçom, abrindo um sorriso quase imperceptível, num misto de sadismo e crueldade, lhe informará: - Era língua.

A partir deste momento tudo a sua volta começa a girar, a saliva inunda sua boca, sua pele fica fria e pegajosa, você empalidece e pensamentos sombrios tomam conta de sua mente. Então aquilo era língua? O estômago embrulha, os olhos embaçam e um gosto ruim alastra-se pelos seus sentidos gustativos. Sua própria língua se revolta contra você. Uma sensação de repulsa invade cada célula de seu corpo e você faz a segunda pergunta, quase engasgando com o excesso de saliva na boca: - Onde é o banheiro?

É importante lembrar a língua desempenha um fator importantíssimo no que diz respeito ao amor e o sexo. É através do beijo que tudo começa. No roçar das línguas os corpos estremecem e o relacionamento esquenta. As línguas invadindo a boca dos amantes, se tocando em uma espécie de dança exótica, se excitando, despertando a libido do prazer.

Eu agora iria dedicar algumas páginas para descrever todas as delícias provocadas pela boa e estimulante língua, porém, como percebo que muitos leitores ainda não se recuperaram inteiramente da lembrança da língua com molho (alguns até ficaram meio verdes e com aparência enjoada), o melhor é encerrar o texto por aqui. Falaremos da língua como instrumento sexual numa próxima vez e não esqueçam, a partir de agora, antes de comer alguma coisa, perguntem primeiro o que é. (Fim da parte I)

E-mail: abrasc@terra.com.br
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