FORMATANDO AS FORMATURAS
(Antonio Brás Constante)
Nada como a formatura de um cunhado em um curso de educação física, para servir de base na elaboração de um novo texto. Principalmente quando o evento acontece em uma das noites mais frias do ano. Uma noite tão fria, que somente não houve congelamento em massa no local (decorrente das terríveis massas frias de ar), pois cada acadêmico recebeu um grau por estar se formando. Como eram dezenas de alunos, o palco contou com dezenas de graus, irradiando energia suficiente para deixar a platéia (composta por amigos e familiares), viva e acesa. Esse calor humano se refletiu de volta para o palco, aquecendo o coração daqueles jovens estudantes de todas as idades. Algo que, com certeza, amenizou o intenso frio glacial.
As formaturas são bons momentos para se prestar agradecimentos. Uns iniciam agradecendo a Deus, provavelmente por ter sido ele, em um momento pleno de inexistência, que resolveu criar toda existência. Uma existência onde as pessoas foram evoluindo e desenvolvendo formas de compartilhar o conhecimento, construindo escolas, cursos e faculdades, que culminaram em eventos de formatura e gestos de agradecimento.
Outros elevam a formatura como sendo o melhor acontecimento de suas vidas. Nublando outros eventos também importantes, tais como: O seu casamento, o nascimento dos filhos, e até mesmo o aniversário de sua abençoada sogra.
Alguns prestam homenagens aos entes queridos que se foram (em certos casos há bem pouco tempo). A voz some quando tentam expressar a saudade que queima no peito, substituída por lágrimas. Comovendo as pessoas ali presentes, que retribuem com calorosos aplausos, repletos de emoção e carinho.
A formatura que citei, contou até com formandos que lembraram de suas brigas com os professores (provavelmente se referindo aos professores de capoeira, judô, e/ou boxe. Já que o curso era Educação Física e deveria ter essas disciplinas).
Podemos comparar a formatura ao ato de nascer (para uma nova etapa da vida). Onde cada semestre corresponderia a um período de gestação. Porém, diferente da gravidez onde o sofrimento é todo da mãe, quem sofre agora é o próprio aluno, passando por uma série de provações em busca de aprovações, até se formar. Outra diferença é que o recém-nascido fica cercado de enfermeiras, já no caso do formando isso só acontece se o seu curso for de enfermagem.
Toda formatura tem um momento que se sobressai. Nesta que assisti, o tal ápice ficou por conta do paraninfo (prof. Carlos Berwanger), que proporcionou um dos melhores e mais bem-humorados discursos que já presenciei (digno de ser comentado e lembrado).
Enfim, as formaturas são momentos especiais, resultantes de anos de luta, aprendizado e dedicação, que geralmente finalizam com uma grande festa. Onde até mesmo pretensos escritores acabam sendo convidados. Parabéns a todos os formandos do universo. Em especial, ao meu jovem cunhado: João Brasil, e a minha amiga Karla Chepp que também se forma neste semestre.
E-mail: abrasc@terra.com.br
(Site: www.recantodasletras.com.br/autores/abrasc)
Xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx
NOTA DO AUTOR: Divulgue este texto para seus amigos. (Caso não tenha gostado do texto, divulgue-o então para seus inimigos).
NOVA NOTA DO AUTOR (agora com muito mais conteúdo na nota): Caso queira receber os textos do escritor Antonio Brás Constante via e-mail, basta enviar uma mensagem para: abrasc@terra.com.br pedindo para incluí-lo na lista do autor. Caso você já os receba e não queira mais recebe-los, basta enviar uma mensagem pedindo sua retirada da lista. E por último, caso você receba os textos e queira continuar recebendo, só posso lhe dizer: "Também amo você! Obrigado pela preferência".
ULTIMA NOVA NOTA DO AUTOR: Agora disponho também de ORKUT, basta procurar por "Antonio Brás Constante".
domingo, 12 de agosto de 2007
sábado, 28 de julho de 2007
O INVERNO FRIO E O BEIJO QUENTE...
O INVERNO FRIO E O BEIJO QUENTE...
(Autor: Antonio Brás Constante)
O que leva uma pessoa a escrever sobre o frio? Talvez o mistério gélido deste tema, ou apenas uma sensação desagradável que insiste em persistir no corpo, enquanto o autor tenta se concentrar em pensamentos mais nobres.
Tal assunto (em dias de temperaturas baixas), fica martelando dentro de nossas cabeças, congelando completamente nossos ânimos. O inverno é a estação em que os cronistas sentem vontade de escrever sobre as intempéries da estação. Os poetas sentem florescer em suas mentes frases frias e rimadas. Os ricos sentem o frenesi europeu. E os pobres sentem apenas os rigores do frio. É uma estação de sentimentos falsos, pois, por mais que algumas pessoas insistam em dizer que adoram o frio, na verdade o que elas gostam é de lareiras acesas, bebidas e comidas quentes, cobertores aconchegando seus corpos. Enfim, gostam de coisas que façam com que se sintam quentinhas.
O frio causa dúvidas sobre nossas emoções, nos deixando sem saber se os anseios que experimentamos, são verdadeiros ou apenas uma tremedeira causada pela baixa temperatura. Como exemplo, poderia citar o picolé, que é um dos prazeres do verão, mas causa arrepios quando lembrado no inverno. Podemos inclusive considerar o inverno uma estação “diet”, visto que, do mesmo modo que muitos alimentos dietéticos, também se apresenta em várias ocasiões com “zero calorias”.
Pensem nos transtornos que o inverno trás ao ser humano. Onde um simples passeio a pé acaba se tornando uma árdua tarefa, com um vento de congelar a alma massacrando o corpo, que mesmo protegido não consegue evitar os infortúnios do frio da estação.
Até mesmo a paquera fica difícil. Você vê aquele monte de roupas na sua frente. Apenas os olhos dela expostos e ainda assim meio fechados. Em uma tentativa frustrada ainda tenta despi-la em seu pensamento, mas desiste com medo de lhe causar um princípio de gripe ou pneumonia.
No inverno quando alguém diz: “tira a roupa e vem para mim”, o outro responde: “tem certeza?”. Mesmo que a pessoa aceite tirar a roupa, quando terminar de se despir terá de acordar o seu amor, que adormeceu pouco antes dela começar a tirar o terceiro par de meias, e que agora prefere continuar dormindo. Quem sabe amanhã o ânimo volta.
Por fim, o inverno é realmente a época do ano em que os amantes mais sofrem. As mãos frias tentando fazer carinhos são rechaçadas. A ternura das palavras sendo interrompida por espirros, por crises de tosses ou por fungadas, que lembram aos enamorados que aquilo que foi fungado, provavelmente desceu pela garganta de seu amado e que este logo vai querer beija-la de forma calorosa, para expressar todo o seu amor. Acho que agora convenci você, sobre as agruras que o frio impõe. Bom inverno e nada de beijos.
Xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx
(Site: www.recantodasletras.com.br/autores/abrasc)
E-mail: abrasc@terra.com.br
NOTA DO AUTOR: Divulgue este texto para seus amigos. (Caso não tenha gostado do texto, divulgue-o então para seus inimigos).
OUTRA NOTA DO AUTOR: Amigos, que a força esteja com vocês, pois sem força a maioria dos microcomputadores não funciona.
NOVA NOTA DO AUTOR (agora com muito mais conteúdo na nota): Caso queira receber os textos do escritor Antonio Brás Constante via e-mail, basta enviar uma mensagem para: abrasc@terra.com.br pedindo para incluí-lo na lista do autor. Caso você já os receba e não queira mais recebe-los, basta enviar uma mensagem pedindo sua retirada da lista. E por último, caso você receba os textos e queira continuar recebendo, só posso lhe dizer: "Também amo você! Obrigado pela preferência".
ULTIMA NOVA NOTA DO AUTOR: Agora disponho também de ORKUT, basta procurar por "Antonio Brás Constante".
(Autor: Antonio Brás Constante)
O que leva uma pessoa a escrever sobre o frio? Talvez o mistério gélido deste tema, ou apenas uma sensação desagradável que insiste em persistir no corpo, enquanto o autor tenta se concentrar em pensamentos mais nobres.
Tal assunto (em dias de temperaturas baixas), fica martelando dentro de nossas cabeças, congelando completamente nossos ânimos. O inverno é a estação em que os cronistas sentem vontade de escrever sobre as intempéries da estação. Os poetas sentem florescer em suas mentes frases frias e rimadas. Os ricos sentem o frenesi europeu. E os pobres sentem apenas os rigores do frio. É uma estação de sentimentos falsos, pois, por mais que algumas pessoas insistam em dizer que adoram o frio, na verdade o que elas gostam é de lareiras acesas, bebidas e comidas quentes, cobertores aconchegando seus corpos. Enfim, gostam de coisas que façam com que se sintam quentinhas.
O frio causa dúvidas sobre nossas emoções, nos deixando sem saber se os anseios que experimentamos, são verdadeiros ou apenas uma tremedeira causada pela baixa temperatura. Como exemplo, poderia citar o picolé, que é um dos prazeres do verão, mas causa arrepios quando lembrado no inverno. Podemos inclusive considerar o inverno uma estação “diet”, visto que, do mesmo modo que muitos alimentos dietéticos, também se apresenta em várias ocasiões com “zero calorias”.
Pensem nos transtornos que o inverno trás ao ser humano. Onde um simples passeio a pé acaba se tornando uma árdua tarefa, com um vento de congelar a alma massacrando o corpo, que mesmo protegido não consegue evitar os infortúnios do frio da estação.
Até mesmo a paquera fica difícil. Você vê aquele monte de roupas na sua frente. Apenas os olhos dela expostos e ainda assim meio fechados. Em uma tentativa frustrada ainda tenta despi-la em seu pensamento, mas desiste com medo de lhe causar um princípio de gripe ou pneumonia.
No inverno quando alguém diz: “tira a roupa e vem para mim”, o outro responde: “tem certeza?”. Mesmo que a pessoa aceite tirar a roupa, quando terminar de se despir terá de acordar o seu amor, que adormeceu pouco antes dela começar a tirar o terceiro par de meias, e que agora prefere continuar dormindo. Quem sabe amanhã o ânimo volta.
Por fim, o inverno é realmente a época do ano em que os amantes mais sofrem. As mãos frias tentando fazer carinhos são rechaçadas. A ternura das palavras sendo interrompida por espirros, por crises de tosses ou por fungadas, que lembram aos enamorados que aquilo que foi fungado, provavelmente desceu pela garganta de seu amado e que este logo vai querer beija-la de forma calorosa, para expressar todo o seu amor. Acho que agora convenci você, sobre as agruras que o frio impõe. Bom inverno e nada de beijos.
Xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx
(Site: www.recantodasletras.com.br/autores/abrasc)
E-mail: abrasc@terra.com.br
NOTA DO AUTOR: Divulgue este texto para seus amigos. (Caso não tenha gostado do texto, divulgue-o então para seus inimigos).
OUTRA NOTA DO AUTOR: Amigos, que a força esteja com vocês, pois sem força a maioria dos microcomputadores não funciona.
NOVA NOTA DO AUTOR (agora com muito mais conteúdo na nota): Caso queira receber os textos do escritor Antonio Brás Constante via e-mail, basta enviar uma mensagem para: abrasc@terra.com.br pedindo para incluí-lo na lista do autor. Caso você já os receba e não queira mais recebe-los, basta enviar uma mensagem pedindo sua retirada da lista. E por último, caso você receba os textos e queira continuar recebendo, só posso lhe dizer: "Também amo você! Obrigado pela preferência".
ULTIMA NOVA NOTA DO AUTOR: Agora disponho também de ORKUT, basta procurar por "Antonio Brás Constante".
sexta-feira, 13 de julho de 2007
RUIDOS DE COMUNICAÇÃO QUE NÃO SE OUVEM POR AÍ
RUIDOS DE COMUNICAÇÃO QUE NÃO SE OUVEM POR AÍ
(Antonio Brás Constante)
Os ruídos de comunicação são responsáveis por muitos dos problemas da humanidade. Fulano fala algo que beltrano não entende direito e quando os dois se dão conta, o pior já aconteceu. Seria como alguém dizer: “corta o fio verde primeiro”, e a outra pessoa que está com o alicate na mão (desarmando a bomba), entender: “corta o fio vermelho...”.
(Antonio Brás Constante)
Os ruídos de comunicação são responsáveis por muitos dos problemas da humanidade. Fulano fala algo que beltrano não entende direito e quando os dois se dão conta, o pior já aconteceu. Seria como alguém dizer: “corta o fio verde primeiro”, e a outra pessoa que está com o alicate na mão (desarmando a bomba), entender: “corta o fio vermelho...”.
Um único erro de interpretação poderia mudar toda a história da humanidade. Para exemplificar esta hipótese, vamos exercitar um pouco nossa imaginação, voltando no tempo até a época de Noé, que era um homem bem relacionado no Céu e na Terra, e isto lhe garantia informações privilegiadas sobre a meteorologia, mesmo antes da existência dos telejornais. Para quem não sabe, Noé foi o precursor dos zoológicos, criando uma estrutura itinerante em forma de barco. Ele também poderia entrar para o livro dos recordes, como o maior colecionador de animais da história e também como o primeiro homem a sobreviver a um dilúvio.
Agora imagine ele, num derradeiro momento de distração, recebendo uma mensagem celestial do Todo Poderoso, dizendo que uma grande tempestade viria, e que por isso Noé deveria construir algo, em um determinado prazo, para proteger a si mesmo, sua família e todos os animais da Terra.
Era uma tarefa grandiosa, já que existiam espécies de animais em todos os cantos do planeta. Alguns no ártico, outros nos trópicos, outros ainda somente em ilhas isoladas. Mas, conforme sabemos, Noé encontrou um jeito de reuni-los. Algo que deve ter tomado quase todo seu tempo. Aquela correria também pode ter despertado comentários entre seus vizinhos, que acharam estranha a nova mania dele de colecionar bichos, porém, como ainda não era possível de se colecionar selos, resolveram deixá-lo em paz com suas excentricidades, causadas provavelmente pelo excesso de vinho em seus miolos.
Terminado o prazo, o grande Manda-chuva dos céus iniciaria o dilúvio (não estou me referindo a São Pedro e sim ao chefe dele, que talvez tenha recebido tal apelido depois deste evento), sabendo que a raça humana (ou no caso, a família de Noé) e todos os animais estariam a salvo. Mas antes, daria uma olhadinha em direção ao seu fiel seguidor, para ver se a bicharada estava se comportando direitinho. Para sua surpresa, o que “Ele” veria ao invés de uma arca seria um enorme guarda-chuva. Embaixo dele estaria o pobre Noé, rodeado de animais, com a cabeça seca e água até a cintura. Um fato que se realmente tivesse acontecido, teria sido considerado como um dos maiores lapsos da história, causando atrasos nos cronogramas celestiais, constrangimentos divinos, etc.
Enfim, os ruídos de comunicação existem e talvez sejam os principais culpados por clamarmos tanto por melhorias sociais, e nossos políticos entenderem sempre que as melhorias devem ser revertidas para eles mesmos, algo que somente é possível em um País onde o ruído de comunicação já começa na hora de efetivarmos nosso voto.
Xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx
(Site: www.recantodasletras.com.br/autores/abrasc)
E-mail: abrasc@terra.com.br
NOTA DO AUTOR: Divulgue este texto para seus amigos. (Caso não tenha gostado do texto, divulgue-o então para seus inimigos).
OUTRA NOTA DO AUTOR: Amigos, que a força esteja com vocês, pois sem força a maioria dos microcomputadores não funciona.
NOVA NOTA DO AUTOR (agora com muito mais conteúdo na nota): Caso queira receber os textos do escritor Antonio Brás Constante via e-mail, basta enviar uma mensagem para: abrasc@terra.com.br pedindo para incluí-lo na lista do autor. Caso você já os receba e não queira mais recebe-los, basta enviar uma mensagem pedindo sua retirada da lista. E por último, caso você receba os textos e queira continuar recebendo, só posso lhe dizer: "Também amo você! Obrigado pela preferência".
ULTIMA NOVA NOTA DO AUTOR: Agora disponho também de ORKUT, basta procurar por "Antonio Brás Constante".
(Site: www.recantodasletras.com.br/autores/abrasc)
E-mail: abrasc@terra.com.br
NOTA DO AUTOR: Divulgue este texto para seus amigos. (Caso não tenha gostado do texto, divulgue-o então para seus inimigos).
OUTRA NOTA DO AUTOR: Amigos, que a força esteja com vocês, pois sem força a maioria dos microcomputadores não funciona.
NOVA NOTA DO AUTOR (agora com muito mais conteúdo na nota): Caso queira receber os textos do escritor Antonio Brás Constante via e-mail, basta enviar uma mensagem para: abrasc@terra.com.br pedindo para incluí-lo na lista do autor. Caso você já os receba e não queira mais recebe-los, basta enviar uma mensagem pedindo sua retirada da lista. E por último, caso você receba os textos e queira continuar recebendo, só posso lhe dizer: "Também amo você! Obrigado pela preferência".
ULTIMA NOVA NOTA DO AUTOR: Agora disponho também de ORKUT, basta procurar por "Antonio Brás Constante".
sábado, 23 de junho de 2007
A origem de tudo (ISSO INCLUI VOCÊ!)
A origem de tudo (ISSO INCLUI VOCÊ!)
(Autor: Antonio Brás Constante)
Tudo tem uma origem, até o universo. Mas isso foi há muito tempo atrás, em uma data onde mesmo as datas ainda não existiam. Esse evento iniciou a criação das coisas como elas são, desde as estrelas no céu, até os eventuais problemas genéticos que impedem você de conquistar aquela gatinha que trabalha ao lado de seu escritório e que nem sequer sabe que você existe. Assim como ela também não sabe, que talvez já tenham existido inúmeros “Big Bangs” na história da própria história.
O nome “Big Bang” foi inicialmente empregado pelo cientista George Gamow em 1948, utilizou-o para descrever a explosão que criou o universo. A tese de Gamow teve como base às pesquisas do cientista Georges Edward Lemaitre, que em 1927 apresentou estudos onde denominou de “ovo cósmico” o material que deu origem ao universo.
Talvez a expressão “ovo cósmico” tenha suscitado dúvidas sobre quem nasceu primeiro: “o ovo ou o universo?”. Alguns não devem ter gostado da idéia de relacionar o princípio da criação ao ovo de uma ave qualquer. Já o nome “Big Bang” era uma expressão forte, que lembrava algo poderoso e que explodiria se tentassem fritá-lo (na realidade, houve muitas ironias sobre essa tal “grande explosão”. – Leia mais sobre o assunto, pois é bem interessante).
De acordo com algumas teorias cientificas que rolam por aí, tudo teria começado pelo Big Bang e estaria fadado a terminar em uma espécie de entropia fatal. Para que você possa entender melhor (ou não) o Big Bang e a tal entropia final, imagine um balão vazio e todo embrulhado, parecendo uma minúscula bolinha. Imagine então esta insignificante bolinha estourando e dela surgindo um estranho balão que iria se enchendo até finalmente ser furado (sem estourar), passando a encolher novamente até voltar a ser uma pequena bolinha. Agora imagine tudo isto novamente, porém sem o balão. Esta seria uma tentativa simplista de se explicar o início e o fim de tudo. Mas, e se não tivesse acontecido apenas um Big Bang e sim vários? O universo é algo realmente grande e com idade para ser avô de muita gente. Porém, de acordo com os sempre estudiosos cientistas é algo finito que começou com fogos e que um dia (ou noite) terminará.
Pensando dessa forma, poderia ser possível imaginar a existência de múltiplos universos antes do nosso e mesmo depois dele. Isto poderia explicar a sensação de “Déjà vu” que é quando pensamos já ter visto ou experimentado algo antes, que aparentemente estaria acontecendo pela primeira vez. Claro que podemos presumir que nem todos os universos tenham se iniciado da mesma forma, como no supostamente provável caso do universo 0643MsXt, que teria se originado acidentalmente dentro de uma aula de química, fugindo logo em seguida com uma das professoras do primário e nunca mais sendo visto por ninguém. Existem rumores dizendo que alguns dos maiores astros e estrelas que conhecemos, são na realidade frutos dessa união pouco convencional.
Outro caso semelhante e também supostamente provável seria a história do universo 1124AiUi, que igualmente se originou em uma sala de aula, com a diferença de que era um curso de cosméticos. Este universo também acabou fugindo, levando com ele um professor forte e musculoso de educação física. Enfim, a única certeza que podemos ter sobre o universo é a de que já que não fomos convidados para sua inauguração, também não será nossa a tarefa de apagar a luz.
Xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx
(Site: www.recantodasletras.com.br/autores/abrasc)
E-mail: abrasc@terra.com.br
NOTA DO AUTOR: Divulgue este texto para seus amigos. (Caso não tenha gostado do texto, divulgue-o então para seus inimigos).
OUTRA NOTA DO AUTOR: Amigos, que a força esteja com vocês, pois sem força a maioria dos microcomputadores não funciona.
NOVA NOTA DO AUTOR (agora com muito mais conteúdo na nota): Caso queira receber os textos do escritor Antonio Brás Constante via e-mail, basta enviar uma mensagem para: abrasc@terra.com.br pedindo para incluí-lo na lista do autor. Caso você já os receba e não queira mais recebe-los, basta enviar uma mensagem pedindo sua retirada da lista. E por último, caso você receba os textos e queira continuar recebendo, só posso lhe dizer: "Também amo você! Obrigado pela preferência".
ULTIMA NOVA NOTA DO AUTOR: Agora disponho também de ORKUT, basta procurar por "Antonio Brás Constante".
(Autor: Antonio Brás Constante)
Tudo tem uma origem, até o universo. Mas isso foi há muito tempo atrás, em uma data onde mesmo as datas ainda não existiam. Esse evento iniciou a criação das coisas como elas são, desde as estrelas no céu, até os eventuais problemas genéticos que impedem você de conquistar aquela gatinha que trabalha ao lado de seu escritório e que nem sequer sabe que você existe. Assim como ela também não sabe, que talvez já tenham existido inúmeros “Big Bangs” na história da própria história.
O nome “Big Bang” foi inicialmente empregado pelo cientista George Gamow em 1948, utilizou-o para descrever a explosão que criou o universo. A tese de Gamow teve como base às pesquisas do cientista Georges Edward Lemaitre, que em 1927 apresentou estudos onde denominou de “ovo cósmico” o material que deu origem ao universo.
Talvez a expressão “ovo cósmico” tenha suscitado dúvidas sobre quem nasceu primeiro: “o ovo ou o universo?”. Alguns não devem ter gostado da idéia de relacionar o princípio da criação ao ovo de uma ave qualquer. Já o nome “Big Bang” era uma expressão forte, que lembrava algo poderoso e que explodiria se tentassem fritá-lo (na realidade, houve muitas ironias sobre essa tal “grande explosão”. – Leia mais sobre o assunto, pois é bem interessante).
De acordo com algumas teorias cientificas que rolam por aí, tudo teria começado pelo Big Bang e estaria fadado a terminar em uma espécie de entropia fatal. Para que você possa entender melhor (ou não) o Big Bang e a tal entropia final, imagine um balão vazio e todo embrulhado, parecendo uma minúscula bolinha. Imagine então esta insignificante bolinha estourando e dela surgindo um estranho balão que iria se enchendo até finalmente ser furado (sem estourar), passando a encolher novamente até voltar a ser uma pequena bolinha. Agora imagine tudo isto novamente, porém sem o balão. Esta seria uma tentativa simplista de se explicar o início e o fim de tudo. Mas, e se não tivesse acontecido apenas um Big Bang e sim vários? O universo é algo realmente grande e com idade para ser avô de muita gente. Porém, de acordo com os sempre estudiosos cientistas é algo finito que começou com fogos e que um dia (ou noite) terminará.
Pensando dessa forma, poderia ser possível imaginar a existência de múltiplos universos antes do nosso e mesmo depois dele. Isto poderia explicar a sensação de “Déjà vu” que é quando pensamos já ter visto ou experimentado algo antes, que aparentemente estaria acontecendo pela primeira vez. Claro que podemos presumir que nem todos os universos tenham se iniciado da mesma forma, como no supostamente provável caso do universo 0643MsXt, que teria se originado acidentalmente dentro de uma aula de química, fugindo logo em seguida com uma das professoras do primário e nunca mais sendo visto por ninguém. Existem rumores dizendo que alguns dos maiores astros e estrelas que conhecemos, são na realidade frutos dessa união pouco convencional.
Outro caso semelhante e também supostamente provável seria a história do universo 1124AiUi, que igualmente se originou em uma sala de aula, com a diferença de que era um curso de cosméticos. Este universo também acabou fugindo, levando com ele um professor forte e musculoso de educação física. Enfim, a única certeza que podemos ter sobre o universo é a de que já que não fomos convidados para sua inauguração, também não será nossa a tarefa de apagar a luz.
Xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx
(Site: www.recantodasletras.com.br/autores/abrasc)
E-mail: abrasc@terra.com.br
NOTA DO AUTOR: Divulgue este texto para seus amigos. (Caso não tenha gostado do texto, divulgue-o então para seus inimigos).
OUTRA NOTA DO AUTOR: Amigos, que a força esteja com vocês, pois sem força a maioria dos microcomputadores não funciona.
NOVA NOTA DO AUTOR (agora com muito mais conteúdo na nota): Caso queira receber os textos do escritor Antonio Brás Constante via e-mail, basta enviar uma mensagem para: abrasc@terra.com.br pedindo para incluí-lo na lista do autor. Caso você já os receba e não queira mais recebe-los, basta enviar uma mensagem pedindo sua retirada da lista. E por último, caso você receba os textos e queira continuar recebendo, só posso lhe dizer: "Também amo você! Obrigado pela preferência".
ULTIMA NOVA NOTA DO AUTOR: Agora disponho também de ORKUT, basta procurar por "Antonio Brás Constante".
sexta-feira, 22 de junho de 2007
Assinar:
Postagens (Atom)