sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

ERA TÃO LEVE QUE SE FOI... (Autor: Antonio Brás Constante)

ERA TÃO LEVE QUE SE FOI...

(Autor: Antonio Brás Constante)

 

Leve como a pluma, roupagem de alguma ave que agora em liberdade, segue sozinha a voar. Levada na incerteza do vento a lhe carregar;

 

Mas leve ainda é o vento, andarilho invisível, que corre o mundo, os campos, os mares. Corre leve soprando sua brisa para todos os lugares, no rosto dos que sonham;

 

Os sonhos inexistentes ao mundo, escondidos em mentes inconscientes, esperam o adormecer para enfim despertar;

 

Os sonhos nos levam como plumas carregadas pelo vento. Nos levam tão leves até onde os pensamentos conseguem alcançar;

 

Os sonhos eram meus olhos nos seus olhos, leves como as plumas, os ventos, os pensamentos, levando dentro de meus sonhos o seu lindo olhar... Que se foi...

 

NOVA NOTA DO AUTOR: Produzi um filme no Youtube (escrito, dirigido e encenado por este eterno aprendiz de escritor), se quiser assistir ao filme e quem sabe dar boas risadas, basta acessar o Youtube e procurar por: “3D – Hoje é seu aniversário” (o filme foi feito em padrão 3D). Quem quiser também pode me pedir uma cópia em PDF do meu livro: “Hoje é seu aniversário – PREPARE-SE”, o livro impresso está disponível pela editora AGE (www.editoraage.com.br), ou se quiser fazer parte de minha lista de leitores, para receber semanalmente meus textos, basta enviar um e-mail para: abrasc@terra.com.br.

 

Site: recantodasletras.uol.com.br/autores/abrasc

 

ULTIMA DICA: Divulgue este texto aos seus amigos (vale tudo, o blog da titia, o Orkut do cunhado, o MSN do vizinho, o importante é espalhar cada texto como sementes ao vento). Mas, caso não goste, tenha o prazer de divulgá-lo aos seus inimigos (entenda-se como inimigo, todo e qualquer desafeto ou chato que por ventura faça parte de um pedaço de sua vida ou tente fazer sua vida em pedaços).

 

 

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

ZUMBIS E ZUMBIDOS III (Chefes Chatos) - (Autor: Antonio Brás Constante)

ZUMBIS E ZUMBIDOS III (Chefes Chatos)

(Autor: Antonio Brás Constante)

 

Alguns temas sobre textos são como certos tipos de monstros que assolam nosso imaginário, quando se acha que o assunto já está morto e enterrado ele reaparece repaginado para nos atormentar novamente e de novo. Desta vez o foco do texto “zumbis e zumbidos” (se você não leu o I e o II procure na internet e devore os dois, como um morto-vivo devoraria os miolos de alguém) será sobre os famigerados chefes (apesar de me referir aos chefes de um modo geral, o assunto também cai como uma luva para muitos vizinhos, amigos, colegas, parentes, etc).

 

Temos por exemplo, o chefe zumbi. Ele se arrasta pelas empresas, é pegajoso, gosmento, não sabe se expressar, e quando aparece algum problema se finge de morto, e o que é pior, ele vive sugando seu cérebro na solução de problemas da empresa, e ainda leva o crédito pelo trabalho que você fez.

 

Outro tipo bem conhecido é o chefe vampiro que vive morcegando no serviço. Adora tirar o sangue de seus funcionários, voa para longe toda vez que tem que resolver alguma coisa, e como todo bom vampiro, vai direto na jugular se por desgraça você comete um erro, dizendo que vai querer o seu pescoço se você não resolver o problema.

 

Não podemos esquecer o chefe múmia, um verdadeiro clássico administrativo. Vive enrolado nas próprias funções, administrando a empresa como se vivesse no tempo dos faraós, ou seja, é uma verdadeira múmia paralítica, engessado em burocracias e rotinas sem sentido.

 

O chefe homem invisível é fácil de perceber, já que ele sempre some quando alguma dificuldade aparece. Ele é do tipo inconveniente, ou seja, quando tem serviço desaparece, mas quando você está resolvendo algum assunto pessoal ao telefone, ou tomando cafezinho, lendo um texto legal como este, ou mesmo contanto uma piada para os colegas da repartição ele reaparece bem atrás de você, sempre com cara de quem não te paga para ficar matando tempo, por mais que você compense esses momentos de descontração trabalhando duro.

 

Já o chefe demônio é aquela figura que parece sempre disposta a transformar sua vida em um verdadeiro inferno. Nunca ouvimos ele falando calmamente, é sempre cuspindo fogo pela boca. O homem parece que tem o diabo no corpo, a eternidade não existe em seu dicionário visto estar sempre querendo que o serviço seja feito pra ontem. Nas mãos dele você sempre acaba pagando seus pecados e comendo o pão que o diabo amassou.

 

Você também deve conhecer o chefe abominável homem das neves, com seu jeito frio de gerenciar equipes. Ele não vê problemas em lhe por em uma fria atrás da outra. Gosta de deixar rastros por onde passa, dizendo que seus feitos são uma lenda, mesmo que ninguém tenha conseguido encontrar provas disso.

 

O chefe lobisomem é aquele que até engana parecendo gente, mas no fundo é um cachorro. Um animal corporativo selvagem, sempre pronto a estraçalhar com qualquer um que fique em seu caminho. O mérito é sempre dele e ele que não larga ou compartilha esse osso por nada deste mundo.

 

O chefe fantasma tem mesa, sala, um contra-cheque polpudo mas não trabalha ou mesmo aparece no serviço. Geralmente encontramos (ou não) este tipo de chefe em repartições públicas.

 

Enfim, neste mundo monstruoso em que vivemos. Um lugar hostil e repleto de tantas chefias apavorantes, nós devemos torcer sempre para termos como gerente o chefe SHREK, que é um monstro na hora de lutar por sua equipe, mas que dispõe de todas as qualidades necessárias que um chefe ou líder deveria ter.

 

NOVA NOTA DO AUTOR: Produzi um filme no Youtube (escrito, dirigido e encenado por este eterno aprendiz de escritor), se quiser assistir ao filme e quem sabe dar boas risadas, basta acessar o Youtube e procurar por: “3D – Hoje é seu aniversário” (o filme foi feito em padrão 3D). Quem quiser também pode me pedir uma cópia em PDF do meu livro: “Hoje é seu aniversário – PREPARE-SE”, o livro impresso está disponível pela editora AGE (www.editoraage.com.br), ou se quiser fazer parte de minha lista de leitores, para receber semanalmente meus textos, basta enviar um e-mail para: abrasc@terra.com.br.

 

Site: recantodasletras.uol.com.br/autores/abrasc

 

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sábado, 22 de janeiro de 2011

CHUCK NORRIS X ABC (O GRANDE CONFRONTO) - (Adaptação: Antonio Brás Constante)

CHUCK NORRIS X ABC (O GRANDE CONFRONTO)

(Adaptação: Antonio Brás Constante)

 

Desafios fortalecem o espírito e dão sentido a vida. Pensando desta forma resolvi começar 2011 em grande estilo, e nada melhor para isso que um confronto direto com ninguém menos do que Chuck Norris. Todos conhecem Chuck Norris, existem dezenas de listas falando sobre seus feitos na internet, como por exemplo: “Numa luta entre Batman e Darth Vader, o vencedor seria Chuck Norris’”. Por outro lado quase ninguém conhece Antonio Brás Constante (este singelo autor que vos escreve), algo de certa forma positivo, porque demonstra que sei ser discreto. Mas mesmo sabendo das dificuldades e impossibilidades de um embate desta magnitude, ainda assim resolvi aceitar o desafio (principalmente por dispor de todos os poderes textuais que somente o autor de um texto pode ter). Segue abaixo o resultado desta batalha épica e outros fatos e curiosidades sobre o assunto:

 

PRIMEIRO DESAFIO: Poderes de cura – As lágrimas do Chuck Norris curam o câncer. O problema é que ele é tão macho que não chora, NUNCA! Já as lágrimas de Antonio Brás Constante, curam três terríveis doenças: O Estibulhaço, A terricaciopéia, e o angulopitério dos tipos A e B. Você conhece qualquer uma delas? Não? É porque Antonio Brás Constante Erradicou essas doenças com suas lágrimas para o bem de toda humanidade. 1 X 0 para Antonio.

 

SEGUNDO DESAFIO: Ganhar do Super-homem – Certo dia Super Homem apostou com Antonio Brás Constante que até o final daquele dia Antonio não conseguiria descobrir a cor das cuecas dele, quem perdesse teria que usar um babador vermelho gigante preso ao pescoço. Logo depois, neste mesmo dia, Chuck Norris apostou com o Super-homem uma queda de braço, quem perdesse teria que usar a cueca por cima das calças para sempre. Até hoje Super-homem insiste em dizer que de alguma forma Antonio sabia das intenções de Chuck Norris, e que aquilo em suas costas, preso ao pescoço, é uma capa. Empate entre Antonio e Chuck, ficando a competição em 2 x 1, e derrota esmagadora e vergonhosa do Super Homem.

 

TERCEIRO DESAFIO: Matemática – Chuck Norris saiu na frente e contou até o infinito. Duas vezes. Enquanto Antonio Brás Constante apenas rabiscava em um pedaço de papel ao seu lado. Chuck Norris se virou para Antonio e disse: “Faça melhor que isso!”. Antonio então mostrou a ele um guardanapo de papel onde estavam escritos os números até o infinito, CINCO vezes.

 

Resultado final: VITÓRIA de 3 X 1 para Antonio Brás Constante sobre o inconformado e derrotado Chuck Norris.

 

 

Novos fatos e curiosidades descobertos entre Chuck Norris e ABC (Antonio Brás Constante).

 

01 – Chuck Norris não dorme, ele espera. ABC dorme e os outros é que esperem.

 

02 – Se você pode ver Chuck Norris, ele pode ver você. Se não pode ver Chuck Norris, você pode estar perto da morte ou foi salvo por Antonio Brás Constante que deu um jeito em Chuck Norris pra você.

 

03 – Chuck Norris vendeu sua alma ao diabo para ter seu visual bacana e suas habilidades incomparáveis de artes marciais. Pouco tempo depois da transação terminar, Chuck Norris deu um roundhouse kick na cara do diabo e pegou sua alma de volta. O diabo, que aprecia ironia, não conseguiu ficar bravo e admitiu que deveria ter previsto isso. Eles agora jogam poker a três, todas as segundas e quartas-feiras de cada mês, e sempre convidam o ABC para jogar com eles. Antonio acabou ganhando as almas dos dois nas cartas, mas resolveu devolve-las para eles, desde que Chuck Norris lhe fizesse um pequeno favor com relação ao Super-Homem (algo a ver com as cuecas dele). Porém, trocou as almas antes, só de sacanagem.

 

04 – Chuck Norris uma vez comeu 72 Kg de carne em uma hora e depois ainda transou com a garçonete. Antonio Brás Constante fez algo parecido, só que não ficou perdendo tempo comendo os tais 72 kg de carne.

 

05 – Chuck Norris era um dos personagens originais do jogo “Street Fighter II”. Ele só foi removido porque todos os botões faziam ele dar um roundhouse kick destruindo os outros personagens. Já Antonio Brás Constante não aparece em nenhum jogo de vídeo game, pois ele não quer por em risco a vida dos próprios jogadores.

 

06 – Quando Deus disse “Que se faça à luz!”, Chuck Norris falou: “Diga ‘por favor’. Antes disso Antonio Brás Constante ordenou: “Que se faça Deus e... Chuck Norris, para mantê-lo na linha”.

 

07 – “Godzilla” é a interpretação japonesa da primeira visita de Chuck Norris a Tóquio. O verdadeiro monstro Godzilla já havia sido extinto há algum tempo atrás, quando tentou derrubar o avião em que ABC estava viajando.

 

08 – Chuck Norris jogou roleta russa com um revólver totalmente carregado e ganhou. Antonio Brás Constante jogou strip poker com uma bela condessa Russa utilizando um baralho de Yugi-oh e ganhou.

 

09 – Chuck Norris não tem um forno, pois, como todo mundo sabe, “a vingança é um prato que se come frio.” Antonio Brás Constante guarda a vingança no Freezer, para servi-la a Chuck Norris em uma eventual visita, e esquenta sua comida tranqüilamente no microondas.

 

10 – Chuck Norris pediu um Big Mac no Bob’s. Ele foi atendido. Antonio Brás Constante pediu um churrasco de gado gordo na Índia, onde as vacas são sagradas, e também foi atendido.

 

11 – Algumas pessoas usam uniforme do Superman. Já o Superman usa uniforme de Chuck Norris. Antonio Brás Constante usa suas próprias roupas e não permite que Chuck Norris ou Superman fiquem lhe plagiando.

 

12 – Certa vez Chuck Norris deu um roundhouse kick tão rápido que quebrou a velocidade da luz, voltou no tempo e atingiu um navio chamado Titanic. Na verdade, o que aconteceu de fato foi que Chuck Norris errou o Roundhouse e acabou levando um tapa na orelha de Antonio Brás Constante que fez com que Chuck voltasse no tempo.

 

13 – Numa sala de estar comum, existem 1.242 objetos que Chuck Norris pode usar para matar você, incluindo a própria sala. Para ABC existem 1.243 objetos, incluindo o próprio Chuck Norris.

 

14 – Uma vez Chuck Norris comeu um bolo inteiro antes que seus amigos pudessem lhe contar que havia uma striper dentro. Como isso foi possível? É que Antonio Brás Constante havia retirado a Striper um pouco antes, deixando Chuck Norris comendo o bolo inteirinho, enquanto Antonio recebia os calorosos agradecimentos da Moça que havia sido salva por ele.

 

15 – Chuck Norris uma vez derrubou um caça alemão com seu dedo, gritando “Bang!”. ABC derrubou as torres gêmeas apenas olhando para alguns aviões que passavam, apontando para as torres e dizendo: “É por ali!”.

 

16 – Chuck Norris mói os grãos de seu café com os dentes e ferve a água com sua própria raiva. Ele aprendeu a fazer isso olhando como Antonio Brás Constante preparava o seu chimarrão.

 

17 – Chuck Norris leva 20 minutos para assistir ao programa “60 Minutos” o mesmo tempo que ABC leva para ver toda uma temporada do seriado 24 horas.

 

18 – Chuck Norris pode queimar formigas usando uma lupa, à noite. Enquanto ABC pode queimar uma lupa a qualquer horário do dia ou da noite, utilizando um punhado de formigas.

 

19 – Chuck Norris não consegue “amar”, ele consegue apenas “não matar”, mas ABC provou que ele estava equivocado, pois se quem ama não mata, quem não mata é porque ama.

 

20 – Chuck Norris destruiu a Tabela Periódica, pois Chuck Norris só reconhece o elemento surpresa. Logo depois ABC reconstruiu a Tabela periódica e não deixou mais Chuck Norris mexer nela.

 

21 – Nada pode escapar da gravidade de um buraco negro, exceto Chuck Norris. Chuck Norris come buracos negros. Eles têm gosto de frango. Já ABC prefere comer uma saborosa Lasanha acompanhada de um bom vinho, e de vez quando cria buracos negros do nada e joga Chuck Norris dentro deles, só para vê-lo tentar sair de lá.

 

22 – Quando Bruce Banner fica bravo, ele vira o Hulk. Quando o Hulk fica bravo, ele vira Chuck Norris. E quando ABC fica bravo, os três saem de fininho.

 

23 – Chuck Norris é o motivo pelo qual Wally (do “onde está Wally?”) está se escondendo. E Chuck Norris só não o encontrou ainda porque foi ABC que escondeu ele.

 

24 – Quando Chuck Norris vai doar sangue, ele recusa a seringa e pede uma pistola e um balde. Já ABC dispensa a pistola e o balde e pede apenas que a coleta de sangue seja feita por uma bela e simpática enfermeira.

 

25 – Chuck Norris uma vez chutou um cavalo no queixo. Os descendentes desse cavalo são conhecidos hoje como “girafas”. Muito tempo antes ABC chutou uma montanha gigantesca. Quando ela finalmente caiu extinguiu os dinossauros da face da Terra.

 

26 – Quando você diz “ninguém é perfeito”, Chuck Norris leva isso como uma ofensa pessoal, e pergunta revoltado: “como assim ninguém? e o ABC?”

 

27 – Chuck Norris só passa as noites com a luz acesa. Não, Chuck Norris não tem medo do escuro, mas a recíproca não é verdadeira. A escuridão passou a ter medo de Chuck Norris quando lhe confundiu com o ABC.

 

28 – Chuck Norris não lê livros, ele os encara até conseguir toda a informação que precisa. Antonio Brás constante prefere escrevê-los, como no caso do livro “Hoje é seu aniversário – prepare-se” e deixar que depois Chuck Norris fique encarando-os com cara de bobo. (P.S: assista ao vídeo de humor sobre o referido livro procurando no Google por: “3D – Hoje é seu aniversário” e DIVIRTA-SE!).

 

29 – Conte de um a dez. esse é o tempo que levaria pra Chuck Norris matar você… quarenta e sete vezes. A única exceção foi quando Chuck Norris tentou matar Antonio Brás Constante, falhando nas primeiras quarenta e seis tentativas e morrendo na quadragésima sétima.

 

30 – Lembram daquela luta entre Batman e Darth Vader que escrevi no inicio deste texto, onde o vencedor seria Chuck Norris? Esta foi uma luta em que Antonio Brás Constante não participou. Ele nem mesmo ficou sabendo quem foi o vencedor, pois teria se retirado bem antes do final da luta, abraçado com a mulher-gato e a princesa Leia e levando uma garrafa de vinho do Porto junto com as duas...

 

Enfim, como já diria o Gaguinho da turma do Perna Longa: “Po-po-por enquanto é só-só pe-pe-pessoal!”. 

 

NOVA NOTA DO AUTOR: Produzi um filme no Youtube (escrito, dirigido e encenado por este eterno aprendiz de escritor), se quiser assistir ao filme e quem sabe dar boas risadas, basta acessar o Youtube e procurar por: “3D – Hoje é seu aniversário” (o filme foi feito em padrão 3D). Quem quiser também pode me pedir uma cópia em PDF do meu livro: “Hoje é seu aniversário – PREPARE-SE”, o livro impresso está disponível pela editora AGE (www.editoraage.com.br), ou se quiser fazer parte de minha lista de leitores, para receber semanalmente meus textos, basta enviar um e-mail para: abrasc@terra.com.br.

 

Site: recantodasletras.uol.com.br/autores/abrasc

 

ULTIMA DICA: Divulgue este texto aos seus amigos (vale tudo, o blog da titia, o Orkut do cunhado, o MSN do vizinho, o importante é espalhar cada texto como sementes ao vento). Mas, caso não goste, tenha o prazer de divulgá-lo aos seus inimigos (entenda-se como inimigo, todo e qualquer desafeto ou chato que por ventura faça parte de um pedaço de sua vida ou tente fazer sua vida em pedaços).

 

 

 

 

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

2012 - QUEM PODERIA IMAGINAR QUE SERIA ASSIM... (Autor: Antonio Brás Constante)

2012 – QUEM PODERIA IMAGINAR QUE SERIA ASSIM...

(Autor: Antonio Brás Constante)

 

JANEIRO DE 2012 – Verão na América do Sul. Um sol forte e inclemente castiga as cidades em uma das tardes mais quentes de sol das últimas décadas. De repente uma luz forte irrompe dos céus ofuscando a luz do próprio sol, e de dentro desta luz surge uma gigantesca mão de quatro dedos, segurando um artefato que lembra algum tipo de cristal.

 

A luz solar é refletida através do imenso artefato cristalino, que concentra e intensifica os raios do nosso Astro-Rei gerando um feixe luminoso que vai queimando e derretendo tudo que toca. Lagos são instantaneamente evaporados. Lugarejos inteiros são varridos do mapa, uma cicatriz minúscula aparece na face de nosso planeta.

 

Sem qualquer motivo aparente, a mão gigantesca e brilhante solta o artefato cristalino que se choca contra as árvores da floresta Amazônica. Aos poucos a mão some em meio ao clarão, que também desaparece como se nunca tivesse existido. Se não fosse o artefato misterioso e os estragos por ele causados, poder-se-ia pensar que tudo aquilo não passou de uma ilusão coletiva.

 

O artefato alienígena tinha mais de dez mil metros quadrados de diâmetro arredondado. Extremamente resistente e feito com um tipo de material que apesar de ser parecido com cristal era de um composto totalmente desconhecido de nossa tabela periódica.

 

Logo após o evento as vozes de muitos começaram a vociferar que aquilo era apenas o começo do fim. Um aviso celestial confirmando todas as teorias sobre o final dos tempos (mesmo que nenhuma delas tenha citado algum tipo de mão gigante). Pesquisadores se reúnem em torno do artefato procurando decifrá-lo. Religiões são criadas tentando dar sentido aos acontecimentos e procurando acalentar as lástimas dos aflitos. Mas de uma coisa a grande massa populacional (influenciada por diversas teorias, manchetes e messias) tinha certeza, eles presenciaram um milagre. Um ato divino se fez presente entre a humanidade, e deveria ser glorificado acima de tudo, mesmo que tenha gerado catástrofes terríveis em sua breve passagem.

 

Como questionar o incompreensível? Era o que tantos diziam. Deveríamos apenas orar para que fossemos dignos de misericórdia, e para fortalecermos está corrente em busca de misericórdia para nossa própria existência, criaram-se templos dedicados à gigantesca mão de quatro dedos e do seu onipotente cristal aqui deixado de presente (mesmo sem ter-se identificado uma serventia apropriada para ele). Hinos de glorificação bradaram por todos os lados, por todos os povos, por todas as Nações. Em pouco tempo a humanidade transformara-se em devota convicta e fervorosa do ato supremo que surgiu na aurora do ano de 2012. E uma coisa os sábios afirmavam de forma resoluta: “Somente quem tivesse fé sobreviveria!”.

 

Mas se por um lado à espiritualidade aflorou, por outro o desejo de possuir tal artefato (para quem sabe através dele garantir alguma simpatia ou proteção) transformou nosso planeta em um barril de pólvora ambulante. O Brasil foi intimado a entregar o cristal gigantesco aos cuidados das grandes nações, que entre elas também se digladiavam para ver quem ficava com a guarda do talismã. Não demorou a estourar guerras e protestos pelo mundo. Bombas foram armadas a arremessadas, tudo sempre com um pano de fundo utilizando como pretexto principal que aquilo era necessário e pensando no bem maior da raça humana. E foi assim que em dezembro de 2012 tudo terminou...

 

Enquanto tudo isso acontecia em nosso torrãozinho de terra salgada. Em outro plano dimensional, perdido dentro do espaço-tempo, uma espécie de mãe alienígena repreende seu rebento de uma forma ininteligível, mas que poderia ser traduzida conforme segue:

 

-         Joãozinho (tradução do nome “K’lipez##t6 RRR’yrrw%!gT”), quantas vezes tenho que lhe dizer para não ficar abrindo janelas tridimensionais para acessar planetas habitados, usando seus brinquedinhos para judiar dos bichinhos que vivem lá? E ainda por cima me perde o seu brinquedo, menino malvado!

 

-         Poxa Mãe...

 

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quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

A ARMA (PARTE II) - O Natal de "S" - (Autor: Antonio Brás Constante)

MENSAGEM AOS LEITORES: Olá meus jovens leitores de todas as idades, antes de iniciar o último texto de 2010 (estou fugindo para praia por alguns dias, longe de micros, internet, telefones, etc.), quero lhes dizer que este ano foi bem atípico para mim. Iniciei 2010 pensando seriamente em parar de escrever (já que até mesmo as tentativas de divulgação do livro e o lançamento do vídeo de humor que fiz ficaram aquém de minhas expectativas, não conseguindo fazê-las fluir nem mesmo através de meus contatos). Eu cogitei em largar de vez esta minha amante caprichosa que é a escrita (que muitas vezes considero como uma praga irritante que domina minha mente e a qual trato como uma Rainha) e me contentar em utilizar meu tempo livre para dar mais atenção a minha segunda amante, a leitura, tantas vezes deixada de lado. Mas desisti de desistir, pois me dei conta de que sou um mero escravo totalmente submisso aos mandos e desmandos da escrita (isso não significa que estou dizendo que escrevo bem ou mal, apenas que não governo esta vontade). Não posso abandonar a escrita, simplesmente porque estou preso a ela por um desejo inexplicável. A única opção de liberdade seria ela me abandonar, largando as cordas que me prendem para que enfim eu possa encerrar a lida de tentar ser lido. Este ano alcancei e ultrapassei a marca de 300 leitores diretos, algo que me gratifica mesmo sem saber quantos de vocês realmente lêem os textos que envio. Quantos me permitem esta comunhão entre autor e leitor, doando para mim o seu precioso tempo. De qualquer modo, sendo você um leitor assíduo, eventual ou ausente, lhe agradeço a oportunidade de poder ter feito parte de sua vida, mesmo que através de apenas um único e singelo texto. Grande abraço natalino e de ano novo de novo (já que todo ano tem novamente de novo e de novo um ano novo). Boas leituras. ABC.

 

P.S: Mas se por acaso não receberem mais meus textos a partir de 2011 é porque o escritor que existia dentro de mim finalmente foi embora.

 

 

SOBRE O TEXTO A SEGUIR: Para quem não leu o texto “A arma (parte I)” vale lembrar que na época do desarmamento passei a escrever alguns esboços sobre o assunto em forma de contos, este é o segundo texto que fiz sobre o tema, onde a ideia seria transformar os textos em um livro que acabou engavetado, mas resolvi passar a publicar algumas de suas partes para não deixar o conteúdo totalmente esquecido. São textos fortes e pesados, por isso aos que forem continuar lhes desejo uma boa leitura...

 

A ARMA (PARTE II) – O Natal de “S

(Autor: Antonio Brás Constante)

 

Ela tinha feito 22 anos a poucas semanas. A inicial de seu nome era “S”, e este seria o pior Natal de sua vida. A consciência foi voltando ao seu corpo lenta e dolorosamente. Ela sentiu a laje fria onde estava deitada, seminua e indefesa. Suas roupas rasgadas e ensangüentadas. Tinha alguns dentes quebrados e sentia na boca um gosto nauseante de sangue e esperma. Seu corpo estava repleto de hematomas, advindos dos chutes, socos, tapas e mordidas que havia levado. Uma de suas costelas parecia trincada. A perna direita estava bem machucada.

 

Era madrugada do dia 25 de dezembro. A garota mal se lembrava de como foi parar ali, pois sua mente parecia ter bloqueado parte dos horrores pelos quais passou, na tentativa de lhe manter um pouco de sua sanidade. Ela estava voltando para casa do serviço quando o monstro-humano apareceu, e antes que pudesse perceber já estava dentro do carro dele, arrastada de forma brutal e nocauteada com um violento soco no rosto. Quando voltou a si já estava naquele lugar sujo e assustador, foi então que o terror começou. Ele bateu muito nela enquanto a estuprava, saboreando o sofrimento que causava, e quando achou que ela havia desmaiado, resolveu urinar em cima de seu corpo inerte, por pura perversão. Mas desta vez o maníaco cometera um erro, talvez por ela vir a ser a sua quinta vítima, ele tivesse ficado mais confiante e sujeito à falhas, pois não a amarrou ou drogou como as outras.

 

O monstro havia recebido a alcunha de assassino do Natal, algo que lhe deixava com certo orgulho por seus “trabalhos” serem reconhecidos pela mídia. Nos últimos anos ele sempre escolhia uma vítima aleatoriamente nesta época do ano. Seqüestrava, espancava e violentava a mulher. Depois a estrangulava e esquartejava, largando seus pedaços em vários pontos da cidade onde estava (sempre uma cidade diferente).

 

A garota, mesmo assustada, conseguiu a frieza necessária para manter a calma, fingindo que continuava desmaiada. Esperou até que o brutamontes se afastasse (provavelmente ele estaria indo ao carro para pegar mais bebida, ou quem sabe um facão para terminar o serviço), e iniciou sua fuga. Não conseguia correr, pois sua perna doía muito, mas mesmo mancando tentou se afastar o mais rápido que podia do seu cativeiro.

 

Descobriu que estava em uma zona aparentemente abandonada da cidade, um lugar desolado mesmo naquela época do ano. Havia prédios velhos de estrutura danificada e aparência maltratada e, o que era mais assustador: Ninguém para pedir ajuda. Nem um automóvel. Nem um pedestre. Mas ela não estava sozinha, mesmo distante podia sentir a presença do seu algoz cada vez mais perto, que a esta altura já havia percebido sua fuga.

 

Tomada pelo desespero S acabou entrando em um beco, na esperança de se esconder, mas se deu conta (somente quando já era tarde demais) de que o lugar era sem saída. O homem parou na entrada do beco. Estava chapado e alcoolizado. Ao perceber que não havia saída dali começou a rir da mulher, dizendo todas as atrocidades que faria com ela antes de matá-la. Ele era gigantesco perto dela. Tinha mais de um metro e noventa, e quase cento e vinte quilos, enquanto ela tinha estatura mediana, um belo corpo. Era loira (pintava os cabelos), e olhos extremamente atraentes, mesmo quando assustados, apesar de estarem inchados.

 

A única luminosidade presente era da lua cheia, testemunha dos acontecimentos grotescos que ali se desenrolavam, e que parecia observar tudo placidamente com seu olhar de prata.

 

Ele foi se aproximando vagarosamente de S, tirando a roupa em uma espécie de strip-tease profano. Um pouco de saliva escorria do canto de sua boca, descendo pelos fios de barba de seu queixo.

 

Ela tropeçou no lixo e caiu. Sabia que não adiantava gritar, por isso foi se arrastando em silêncio cada vez mais para o fundo do beco, como se isso pudesse de alguma forma salvá-la.

 

O ser boçal e animalesco já estava totalmente nu e se preparava para atacá-la. Não tinha pressa, pois queria aproveitar cada momento sorvendo o medo que inspirava em sua vítima. A jovem em um último ato de desespero tentou encontrar no meio do lixo algo para se defender, como um pedaço de madeira ou uma garrafa.

 

Quando tudo parecia perdido para S, algo chamou sua atenção. Escondida em meio a alguns jornais velhos ela encontrou uma arma. O que S não sabia e neste momento não importava, era o fato de aquela arma ter parado ali há cerca de três dias atrás. Um assaltante encontrara o artefato em uma casa que havia arrombado, quando foi surpreendido pela chegada do dono da residência. De posse da arma o ladrão deu três tiros no morador, deixando-o morto no próprio gramado. O meliante fugiu da cena do crime e, após andar muito pela cidade, ficou com medo de continuar com a arma, pois caso fosse apanhado ela poderia incriminá-lo, por isso entrou naquele beco e largou-a no meio dos jornais, para quem sabe em outra hora voltar para vir buscá-la - Nota do autor: ver o texto “A ARMA (parte I)”, disponível em: abrasc.blogspot.com.

 

A jovem não acreditava no que seus olhos viam. Pegou a arma sepultada durante três dias em meio a uma cova de jornais velhos e a ressuscitou em suas mãos, sentindo o calvário de medo, desespero e dor sumirem de dentro de sua alma. O psicopata já estava bem próximo a ela, e quando percebeu o que a jovem segurava parou por um momento seu avanço. Mas ele era o predador e ela apenas uma presa insignificante. Disse para mulher largar a arma, e que se ela não fizesse isso ele a tiraria dela e lhe espancaria a coronhadas, disse muitas coisas, disse muita merda.

 

S permanecia caída e meio que de joelhos na frente dele, mas era outra pessoa, havia se transformado diante do poder e da segurança que agora repousava em suas mãos. Mirou em um ponto do corpo do marginal e disparou o primeiro tiro. A bala transpassou e arrancou parte dos testículos do homem, que caiu de joelhos tomado pela dor.

 

A mulher então se levantou calmamente. Suas mãos não tremiam mais. Depois de ser tantas vezes subjugada por aquele monstro, agora era ela que estava de pé e ele de joelhos. Ele gritava de ódio e dor, vociferando como um animal ferido e praguejando toda sorte de impropérios. Dizia com voz agonizante que iria matá-la ainda mais lenta e dolorosamente. Mas ela parecia não escutar as ameaças, foi apenas circulando em volta do homem caído, até se colocar atrás dele.

 

Ela segurou a arma com força e desferiu uma coronhada na cabeça do maníaco. Com a pancada ele bateu com o rosto no chão ficando com os quadris erguidos e expostos. Então ela fez o impensável. Penetrou com o cano da arma as ancas do homem, que gritou de forma excruciante.

 

Com um leve sorriso nos lábios, que tanto poderia ser de prazer ou loucura, S enfim apertou o gatilho, disparando novamente. A bala varou as entranhas do monstro-humano dando um fim a sua vida de crimes e mortes. De escrava submissa e servil S passou a ser Rainha dominante  e triunfante de seu próprio destino.

 

A moça permaneceu um longo tempo imóvel, olhando para o nada como se estivesse em transe, até ouvir o badalar dos sinos que começaram a tocar ao longe, anunciando o amanhecer de um novo dia, era Natal. A luz do sol aos poucos foi iluminando o lugar de forma redentora. S saiu do beco caminhando em direção ao som dos sinos, renascida do inferno pelo qual passou, levando traumas que talvez nunca fosse curar, e deixando no beco a casca de carne morta do seu algoz, empalada com uma arma enfiada no rabo. Uma arma que ainda não havia terminado sua sina, e que poderia vir a ser o instrumento de novas mortes, executando sem ponderar a vontade soberana dos seres humanos que se servissem de seu poder.

 

FAZENDO MEU PÉ DE MEIA, OU SIMPLESMENTE, NOTA DO AUTOR: Aproveitando o clima natalino e com ele toda a tradição de se dar presentes de Natal e amigo secreto, vale lembrar que um livro é sempre uma boa opção de presente, e já que oferecer o próprio livro não é pecado (pecado seria atirá-lo na cabeça do Papai Noel, ou entupir alguma privada com ele), fica a dica. Caso tenham gostado da ideia, basta adquiri-lo através das livrarias Saraiva, Cameron ou no próprio site da editora AGE: www.editoraage.com.br. E se quiserem adquirir o livro AUTOGRAFADO, me enviem um e-mail para: abrasc@terra.com.bre conversamos.

 

NOVA NOTA DO AUTOR: Produzi um filme no Youtube (escrito, dirigido e encenado por este eterno aprendiz de escritor), se quiser assistir ao filme e quem sabe dar boas risadas, basta acessar o Youtube e procurar por: “3D – Hoje é seu aniversário” (o filme foi feito em padrão 3D). Quem quiser também pode me pedir uma cópia em PDF do meu livro: “Hoje é seu aniversário – PREPARE-SE”, disponível pela editora AGE (www.editoraage.com.br), ou para fazer parte de minha lista de leitores, que recebem semanalmente meus textos, para isso basta enviar um e-mail para: abrasc@terra.com.br.

 

Site: recantodasletras.uol.com.br/autores/abrasc

 

ULTIMA DICA: Divulgue este texto aos seus amigos (vale tudo, o blog da titia, o Orkut do cunhado, o MSN do vizinho, o importante é espalhar cada texto como sementes ao vento). Mas, caso não goste, tenha o prazer de divulgá-lo aos seus inimigos (entenda-se como inimigo, todo e qualquer desafeto ou chato que por ventura faça parte de um pedaço de sua vida ou tente fazer sua vida em pedaços).

 

 

 

sábado, 18 de dezembro de 2010

PERDENDO O MEDO DE PAPAI NOEL (Autor: Antonio Brás Constante)

PERDENDO O MEDO DE PAPAI NOEL

(Autor: Antonio Brás Constante)

 

Lucas não gostava do Natal, pois morria de medo daqueles velhinhos que ficavam nas lojas, vestidos de vermelho e com barbas brancas, que pegavam crianças no colo e lhes desejavam feliz natal.

 

Seus pais se esforçavam para que ele perdesse aquele medo injustificado pelo bom velhinho. Tentavam demonstrar de todas as formas que o Papai Noel era camarada, amigo das crianças e muito bondoso até com os animaizinhos do bosque encantado de Natal.

 

Diziam que ele sempre vinha à noite. Com um saco cheio de presentes. Entrava furtivamente nas casas quando todos estavam dormindo, e preparava belas surpresas para a família inteira, pois ele era a personificação do espírito natalino, algo maravilhoso e que não deveria ser temido e sim glorificado.

 

O Natal foi se aproximando, e aos poucos Lucas foi perdendo o medo. Mas ainda assim não acreditava que aquele tal de papai Noel existisse. E foi assim, todo desconfiado, que foi dormir na noite da véspera do dia 25 de dezembro.

 

Acordou de madrugada, com um som vindo da sala. Foi caminhando bem quietinho até lá para ver o que era aquele barulho. Para seu espanto, viu aquela figura de barba branca, roupa vermelha e com um saco cheio de coisas nas costas.

 

Ficou ali olhando para ele sem acreditar. Foi quando o estranho vulto, sentindo a presença do garoto, lhe deu um belo sorriso junto com algumas balas de iogurte. Dirigiu-se para a janela aberta e saiu por ela, sumindo na noite.

 

A partir daquela data, Lucas não teve mais medo de papai Noel. Já os seus pais que ficaram a noite inteira amarrados, amordaçados e trancados dentro do banheiro (enquanto o “bom velhinho” lhes roubava a casa), passaram a temer as noites de Natal.

 

FAZENDO MEU PÉ DE MEIA, OU SIMPLESMENTE, NOTA DO AUTOR: Aproveitando o clima natalino e com ele toda a tradição de se dar presentes de Natal e amigo secreto, vale lembrar que um livro é sempre uma boa opção de presente, e já que oferecer o próprio livro não é pecado (pecado seria atirá-lo na cabeça do Papai Noel, ou entupir alguma privada com ele), fica a dica. Caso tenham gostado da ideia, basta adquiri-lo através das livrarias Saraiva, Cameron ou no próprio site da editora AGE: www.editoraage.com.br. E se quiserem adquirir o livro AUTOGRAFADO, me enviem um e-mail para: abrasc@terra.com.br e conversamos.

 

NOVA NOTA DO AUTOR: Produzi um filme no Youtube (escrito, dirigido e encenado por este eterno aprendiz de escritor), se quiser assistir ao filme e quem sabe dar boas risadas, basta acessar o Youtube e procurar por: “3D – Hoje é seu aniversário” (o filme foi feito em padrão 3D). Quem quiser também pode me pedir uma cópia em PDF do meu livro: “Hoje é seu aniversário – PREPARE-SE”, disponível pela editora AGE (www.editoraage.com.br), ou para fazer parte de minha lista de leitores, que recebem semanalmente meus textos, para isso basta enviar um e-mail para: abrasc@terra.com.br.

 

Site: recantodasletras.uol.com.br/autores/abrasc

 

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sábado, 11 de dezembro de 2010

COMO SERIA O PIOR RESTAURANTE DO MUNDO? (Autor: Antonio Brás Constante)

COMO SERIA O PIOR RESTAURANTE DO MUNDO?

(Autor: Antonio Brás Constante)

 

Visto que estamos em um período do ano repleto de festividades, com muita comilança e tudo mais. Onde as festas são regadas por mesas fartas e saborosas, botei o cérebro para funcionar em engenharia reversa (ou qualquer coisa assim) e fiquei pensando: Como poderia ser o pior restaurante do mundo? Provavelmente seria um lugar onde os mais horríveis e horripilantes pesadelos da culinária seriam servidos ao freguês sem dó nem piedade. Lá você encontraria vários tipos de pratos frios, aliás, todos os pratos lá seriam frios, até as sopas, mas em compensação o suco estaria sempre quente. Falando em suco, quem descobrisse o gosto do suco ganharia um copo limpo (porém, quebrado) para bebê-lo.

 

As tentativas do restaurante em criar porcos e galinhas para serem servidos nas refeições acabariam sendo infrutíferas, porque ao tentaram engordar os animais alimentando-os somente com a comida servida no restaurante, os porcos passariam a fazer greve de fome e as aves virariam canibais.

 

A comida seria servida a moda da casa, tipo assim, da casa de detenção. Chegando lá você nem precisaria consultar o cardápio, já que existiriam apenas duas opções: Comer ou não. Para saber o que já foi servido lá durante todo mês, o cliente (cliente?) bastaria olhar para a roupa encardida das atendentes, onde as manchas em seus uniformes detalhariam a comida que foi por elas maltratada, digo: cozinhada.

 

O pior restaurante do mundo seria o único lugar do planeta onde, além de lavar as mãos, a pessoa também teria que lavar os pratos, talheres e copos, caso quisesse comer utilizando utensílios limpos. Também seria um restaurante considerado 100% “self service” já que antes de se servir no bufê a pessoa teria que buscar sua bandeja e demais acessórios que estariam espalhados e sujos pelas mesas, pela pia da cozinha, e até pelo chão.

 

Podemos dizer que seria um local que conseguiria aflorar a religiosidade nas pessoas, pois, após provar da comida qualquer indivíduo passaria a acreditar que o inferno existe e que resolveu abrir uma franquia justamente naquele lugar. Neste restaurante os clientes perceberiam que o que não mata engorda (e muitos dos que comeriam lá não engordariam exatamente por esse motivo), poderíamos até comparar suas refeições com os cogumelos, pois como muitos já sabem: todos os cogumelos são comestíveis, alguns só uma vez...

 

A pessoa que se aventurasse a conhecer este restaurante se obrigaria a comer devagar, bem devagar, saboreando o que tem na boca e evitando assim, mastigar alguma pedra ou inseto que por ventura estivesse camuflado no meio dela.

 

Como todo restaurante tem normas de conduta, não seria permitido fumar nas mesas, por isso os funcionários do lugar fumariam na cozinha mesmo, enquanto preparariam os alimentos, separando, por exemplo, a parte boa das carnes e legumes das partes estragadas, pois essas seriam utilizadas para preparar os molhos, purês, bolinhos e tudo mais que pudesse disfarçar que aquilo já não prestaria mais para o consumo.

 

Enfim, para não se pensar que no pior restaurante do mundo só encontraríamos coisas ruins, vale lembrar que lá seria um ótimo lugar para quem quer perder peso, iniciar uma dieta forçada, ou simplesmente tentar o suicídio gastronômico através da ingestão de sua incomestível comida.

 

FAZENDO MEU PÉ DE MEIA, OU SIMPLESMENTE, NOTA DO AUTOR: Aproveitando o clima natalino e com ele toda a tradição de se dar presentes de Natal e amigo secreto, vale lembrar que um livro é sempre uma boa opção de presente, e já que oferecer o próprio livro não é pecado (pecado seria atirá-lo na cabeça do Papai Noel, ou entupir alguma privada com ele), fica a dica. Caso tenham gostado da ideia, basta adquiri-lo através das livrarias Saraiva, Cameron ou no próprio site da editora AGE: www.editoraage.com.br. E se quiserem adquirir o livro AUTOGRAFADO, me enviem um e-mail para: abrasc@terra.com.br e conversamos.

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