- LIVRE PARA ESCREVER SOBRE LEITORES E LIVROS
(Autor: Antonio Brás Constante)
Existem livros para todos os gostos e idades. Livros com muitas gravuras e poucas letras, livros engraçados, livros didáticos, religiosos, políticos. Enfim, uma infinidade tão grande, que seria necessário um livro para descrever todos os tipos de livros do mundo. Como já dizia uma antiga frase: “O livro é um cego que vê, um surdo que ouve e um mudo que fala”. Pode-se afirmar que eles têm o poder de incendiar nossa mente, queimando nossa ignorância com labaredas de novos conhecimentos. Abrir um livro para ler, é experimentar o fogo ardente e apaixonadamente intenso da leitura, que nos envolve iluminando nossos horizontes. Para homenagear (ou não) o dia internacional do livro, pensei em descrever alguns dos diversos tipos de leitores que existem por aí, tais como:
Leitor distraído: aquele que começa lendo um livro e termina lendo uma revista;
Leitor crítico: primeiro olha os erros do livro para depois tentar entender a história.
Leitor chato: conta o final da história que começamos a ler.
Leitor mentiroso: diz que já leu vários livros, mas na verdade não leu nenhum.
Leitor Estressado: irrita-se com qualquer pessoa que tente falar com ele, pois está lendo.
Leitor preguiçoso: pergunta se você já leu determinado livro e então pede que conte a história resumidamente para ele.
Leitor afobado: lê primeiro o final do livro.
Leitor desconfiado: pergunta para umas 20 pessoas se o livro é bom antes de começar a ler.
Leitor apressado: lê somente o resumo do livro.
Leitor pessimista: se o livro tiver muitas páginas, desiste, pois acha que não conseguirá terminá-lo.
Leitor mal-educado: só lê em voz alta.
Leitor inseguro: tem medo de ler o livro e não entende-lo.
Leitor malandro: diz que leu o livro, mas na verdade pegou um DVD sobre o assunto.
Leitor religioso: reza para pegar somente bons livros.
Leitor polivalente: lê, escuta música e assiste TV, tudo ao mesmo tempo, porém, sem prestar muita atenção em nada, pois está pensando naquela loirinha do escritório.
Leitor comentarista: lê e fica contando sobre o livro para todo mundo.
Leitor exagerado: lê dois ou mais livros ou mais ao mesmo tempo.
Leitor enjoado: lê o livro e depois diz que já no começo da leitura sabia como a história iria acabar.
Leitor porcalhão: dobra as pontas dos livros, risca e escreve neles, estraga as folhas, come e derrama alimento em cima das páginas, transformando o livro em uma espécie de chiqueiro.
Leitor amigo da onça: pede seus livros para ler e não devolve nunca mais.
Leitor oportunista: lê os jornais e livros dos outros no trem.
Leitor atarefado: só consegue tempo para ler quando está no banheiro.
Leitor compulsivo: é capaz de ler qualquer coisa, folders de propaganda política, receitas de culinária macrobiótica, bulas de remédio, manuais de instrução, etc.
Leitor azarado: perde o livro quando já havia lido mais da metade da história.
E por último, o leitor nota 10: uma pessoa interessante, que gosta de pudim de leite (ou não) e que está neste momento lendo o parágrafo final deste texto (continue assim e obrigado pela preferência).
E-mail: abrasc@terra.com.br
(Site: www.recantodasletras.com.br/autores/abrasc)
BLOG (me rendi a este tal de blog) : http://abrasc.blogspot.com/
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NOTA DO AUTOR: Divulgue este texto para seus amigos. (Caso não tenha gostado do texto, divulgue-o então para seus inimigos).
NOVA NOTA DO AUTOR (agora com muito mais conteúdo na nota): Caso queira receber os textos do escritor Antonio Brás Constante via e-mail, basta enviar uma mensagem para: abrasc@terra.com.br pedindo para incluí-lo na lista do autor. Caso você já os receba e não queira mais recebe-los, basta enviar uma mensagem pedindo sua retirada da lista. E por último, caso você receba os textos e queira continuar recebendo, só posso lhe dizer: "Também amo você! Obrigado pela preferência".
ULTIMA NOVA NOTA DO AUTOR: Agora disponho também de ORKUT, basta procurar por "Antonio Brás Constante".
sábado, 27 de outubro de 2007
LIVRE PARA ESCREVER SOBRE LEITORES E LIVROS
segunda-feira, 22 de outubro de 2007
DÁ PRIMAVERA ATÉ... A PRIMAVERA.
DÁ PRIMAVERA ATÉ... A PRIMAVERA.
(Antonio Brás Constante)
Enfim chegou a primavera (sei que estamos em outubro, mas o texto foi escrito em setembro... de 2004), a estação mais bela do ano. Depois dos rigores do inverno, a primavera chega com seu clima ameno, sendo um ponto de descanso, ideal para recarregar as energias das pessoas, deixando-as devidamente descongeladas para o período de verão que se aproxima, repleto de calor, praias e muito sol.
A primavera é uma estação sempre bem-vinda, quase como se fosse uma prima de nome Vera, que vem todos os anos trazendo cores, flores e abelhas aos seres humanos. Mesmo aos alérgicos ao pólen. Na verdade, a origem da palavra primavera não tem nenhuma ligação com qualquer tipo de homenagem feita para prima de alguém. A expressão vem do latim “primo vere”, que significa: “no começo do verão”.
O clima primaveril dispõe de muitas variações que brincam com nossas sensações. Pela manhã geralmente é frio, forçando as pessoas a saírem de casa com seus casacos ou blusas. Durante o dia o tempo esquenta, incentivando qualquer indivíduo a retirar o excesso de roupas que porventura esteja usando, passando a carregá-las nos braços a procura de algum cabide onde possa deixá-las. Por fim chega o final do expediente. Um resto de sol ainda aquecendo o dia, colaborando para esquecermos nossa indumentária sobressalente no serviço e somente voltarmos a nos lembrar dela quando já estamos a caminho de casa ou do cursinho, passando a sentir novamente o frio que agora chega através do manto estrelado da noite. Uma temperatura quase tão gelada quanto uma cerveja deveria ser, porém, bastante incômoda sem nossas vestes mais quentes.
Outra peculiaridade desta estação é que os dias em sua maioria são lindos, deslumbrantes, verdadeiros espetáculos da natureza. Muito parecidos com os dias que sonhamos para acontecerem em nossas férias, nos feriados e fins de semana. O único inconveniente é que estes dias maravilhosos ocorrem durante a semana. Assim passamos as horas olhando furtivamente pelas vidraças da empresa. De um lado a beleza do dia nos convidando para desfrutarmos de todo seu esplendor, e do outro lado a figura do seu chefe, sugerindo que você volte sua atenção ao trabalho, ao invés de ficar suspirando.
A angústia vai tomando conta de seus pensamentos ao ver pela janela do escritório o sol indo embora a cada hora que passa. Quando por fim consegue sair da empresa, o sol dá seu último aceno e some no horizonte, prometendo voltar no dia seguinte, apenas para atormentá-lo no serviço novamente.
A primavera, também é a estação dos amantes, vários namoros começam durante seus meses perfumados com o desabrochar das rosas, se intensificando no calor do verão até que, com início do inverno, uns decidem partir para algo mais oficial, enquanto outros sentem em meio ao frio, que estão se metendo numa possível fria e resolvem terminar tudo. Mas não há motivos para preocupações, pois os corações partidos geralmente se curam com a chegada de uma nova primavera.
E-mail: abrasc@terra.com.br
(Site: www.recantodasletras.com.br/autores/abrasc)
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NOTA DO AUTOR: Divulgue este texto para seus amigos. (Caso não tenha gostado do texto, divulgue-o então para seus inimigos).
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(Antonio Brás Constante)
Enfim chegou a primavera (sei que estamos em outubro, mas o texto foi escrito em setembro... de 2004), a estação mais bela do ano. Depois dos rigores do inverno, a primavera chega com seu clima ameno, sendo um ponto de descanso, ideal para recarregar as energias das pessoas, deixando-as devidamente descongeladas para o período de verão que se aproxima, repleto de calor, praias e muito sol.
A primavera é uma estação sempre bem-vinda, quase como se fosse uma prima de nome Vera, que vem todos os anos trazendo cores, flores e abelhas aos seres humanos. Mesmo aos alérgicos ao pólen. Na verdade, a origem da palavra primavera não tem nenhuma ligação com qualquer tipo de homenagem feita para prima de alguém. A expressão vem do latim “primo vere”, que significa: “no começo do verão”.
O clima primaveril dispõe de muitas variações que brincam com nossas sensações. Pela manhã geralmente é frio, forçando as pessoas a saírem de casa com seus casacos ou blusas. Durante o dia o tempo esquenta, incentivando qualquer indivíduo a retirar o excesso de roupas que porventura esteja usando, passando a carregá-las nos braços a procura de algum cabide onde possa deixá-las. Por fim chega o final do expediente. Um resto de sol ainda aquecendo o dia, colaborando para esquecermos nossa indumentária sobressalente no serviço e somente voltarmos a nos lembrar dela quando já estamos a caminho de casa ou do cursinho, passando a sentir novamente o frio que agora chega através do manto estrelado da noite. Uma temperatura quase tão gelada quanto uma cerveja deveria ser, porém, bastante incômoda sem nossas vestes mais quentes.
Outra peculiaridade desta estação é que os dias em sua maioria são lindos, deslumbrantes, verdadeiros espetáculos da natureza. Muito parecidos com os dias que sonhamos para acontecerem em nossas férias, nos feriados e fins de semana. O único inconveniente é que estes dias maravilhosos ocorrem durante a semana. Assim passamos as horas olhando furtivamente pelas vidraças da empresa. De um lado a beleza do dia nos convidando para desfrutarmos de todo seu esplendor, e do outro lado a figura do seu chefe, sugerindo que você volte sua atenção ao trabalho, ao invés de ficar suspirando.
A angústia vai tomando conta de seus pensamentos ao ver pela janela do escritório o sol indo embora a cada hora que passa. Quando por fim consegue sair da empresa, o sol dá seu último aceno e some no horizonte, prometendo voltar no dia seguinte, apenas para atormentá-lo no serviço novamente.
A primavera, também é a estação dos amantes, vários namoros começam durante seus meses perfumados com o desabrochar das rosas, se intensificando no calor do verão até que, com início do inverno, uns decidem partir para algo mais oficial, enquanto outros sentem em meio ao frio, que estão se metendo numa possível fria e resolvem terminar tudo. Mas não há motivos para preocupações, pois os corações partidos geralmente se curam com a chegada de uma nova primavera.
E-mail: abrasc@terra.com.br
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segunda-feira, 15 de outubro de 2007
BUNDOMANCIA (Olhando o futuro por trás)
BUNDOMANCIA (Olhando o futuro por trás)
(Autor: Antonio Brás Constante)
Em um mundo cheio de ódio e violência, com pessoas cada vez mais preocupadas com o futuro, o parapsicólogo cego Ulf Buck da Alemanha descobriu que a melhor coisa a se fazer é levantar o traseiro da cadeira e se guiar por ele. Como? Através de uma nova pseudociência conhecida como “bundomancia” (leitura do futuro através das linhas das nádegas). Para aqueles que já conheciam a quiromancia e a cartomancia, eis que no meio de tantas “ânsias” surge a bundomancia. Se para muitos já parecia improvável a previsão do futuro através da borra de café, conchas e bolas de cristal, o que eles dirão desta nova atividade?
Imagine alguém lhe apalpando, tocando. Entrando profundamente nos seus mistérios. Vendo coisas que até mesmo você desconhece sobre si mesmo. Cutucando sua intimidade de todas as formas possíveis. Nunca se imaginou que algo tão íntimo e bem guardado seria tão revelador.
Aqui no Brasil, como boa parte das pessoas adora praia, os adeptos desta nova atividade mediúnica provavelmente acabariam unindo o útil ao agradável, ou seja, realizando as consultas a beira-mar, pois os clientes já chegariam com seus objetos de leitura expostos ao sol. Também seria uma ótima desculpa para o macharedo que anda pela praia de óculos escuros, tentando disfarçar suas olhadas indiscretas para as beldades deitadas na areia. Eles Poderiam passar a olhar abertamente para o bumbum que quisessem e se algum marido ciumento lhes intimasse, diriam que eram bundomantes e que estavam apenas efetuando uma consulta gratuita. Até os adeptos da famosa “mão boba” passariam a utilizar a bundomancia como desculpa para seus atos. Nas festas se um desconhecido lhe dissesse: “tire a roupa que eu quero desvendar os seus mistérios”, poderia ser apenas um Bundomante interessado em conhecer você através das marcas causadas por suas estrias.
Falando em estrias, a cirurgia plástica seria capaz de mudar um futuro indesejado que fosse observado nas linhas de suas nádegas. E você ainda poderia justificar para o seu plano de saúde que a plástica não foi feita por razões estéticas e sim pela necessidade de alterar o curso de sua vida.
As bundas cabeludas cederiam lugar para as bundas cabalísticas. Se o sujeito estivesse temeroso quanto ao seu futuro na empresa, poderia tentar evitar o famoso “pé na bunda”, através deste método “mão na bunda”. Pense que você pode estar neste momento literalmente sentado no seu próprio destino.
Enfim, caso desse certo este tipo de consulta mediúnica, ela poderia ser utilizada por reis e governantes para guiá-los em suas ações junto às nações, percebendo se os seus governos conseguiriam trazer períodos de abundância para população, ou se tudo continuaria na mesma “M”. Bastaria o líder político chegar e baixar as calças que tudo se revelaria. Finalmente seriam justificadas as tantas decisões que ocorrem por baixo dos panos. E, sinceramente, muitas das coisas que já acontecem hoje em dia, não parecem ter sido planejadas com base em uma leitura assim?
E-mail: abrasc@terra.com.br
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Em um mundo cheio de ódio e violência, com pessoas cada vez mais preocupadas com o futuro, o parapsicólogo cego Ulf Buck da Alemanha descobriu que a melhor coisa a se fazer é levantar o traseiro da cadeira e se guiar por ele. Como? Através de uma nova pseudociência conhecida como “bundomancia” (leitura do futuro através das linhas das nádegas). Para aqueles que já conheciam a quiromancia e a cartomancia, eis que no meio de tantas “ânsias” surge a bundomancia. Se para muitos já parecia improvável a previsão do futuro através da borra de café, conchas e bolas de cristal, o que eles dirão desta nova atividade?
Imagine alguém lhe apalpando, tocando. Entrando profundamente nos seus mistérios. Vendo coisas que até mesmo você desconhece sobre si mesmo. Cutucando sua intimidade de todas as formas possíveis. Nunca se imaginou que algo tão íntimo e bem guardado seria tão revelador.
Aqui no Brasil, como boa parte das pessoas adora praia, os adeptos desta nova atividade mediúnica provavelmente acabariam unindo o útil ao agradável, ou seja, realizando as consultas a beira-mar, pois os clientes já chegariam com seus objetos de leitura expostos ao sol. Também seria uma ótima desculpa para o macharedo que anda pela praia de óculos escuros, tentando disfarçar suas olhadas indiscretas para as beldades deitadas na areia. Eles Poderiam passar a olhar abertamente para o bumbum que quisessem e se algum marido ciumento lhes intimasse, diriam que eram bundomantes e que estavam apenas efetuando uma consulta gratuita. Até os adeptos da famosa “mão boba” passariam a utilizar a bundomancia como desculpa para seus atos. Nas festas se um desconhecido lhe dissesse: “tire a roupa que eu quero desvendar os seus mistérios”, poderia ser apenas um Bundomante interessado em conhecer você através das marcas causadas por suas estrias.
Falando em estrias, a cirurgia plástica seria capaz de mudar um futuro indesejado que fosse observado nas linhas de suas nádegas. E você ainda poderia justificar para o seu plano de saúde que a plástica não foi feita por razões estéticas e sim pela necessidade de alterar o curso de sua vida.
As bundas cabeludas cederiam lugar para as bundas cabalísticas. Se o sujeito estivesse temeroso quanto ao seu futuro na empresa, poderia tentar evitar o famoso “pé na bunda”, através deste método “mão na bunda”. Pense que você pode estar neste momento literalmente sentado no seu próprio destino.
Enfim, caso desse certo este tipo de consulta mediúnica, ela poderia ser utilizada por reis e governantes para guiá-los em suas ações junto às nações, percebendo se os seus governos conseguiriam trazer períodos de abundância para população, ou se tudo continuaria na mesma “M”. Bastaria o líder político chegar e baixar as calças que tudo se revelaria. Finalmente seriam justificadas as tantas decisões que ocorrem por baixo dos panos. E, sinceramente, muitas das coisas que já acontecem hoje em dia, não parecem ter sido planejadas com base em uma leitura assim?
E-mail: abrasc@terra.com.br
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sábado, 22 de setembro de 2007
BEM Versus MAL (Façam suas apostas)
BEM Versus MAL (Façam suas apostas)
(Antonio Brás Constante)
O bem e o mal. Para alguns estes conceitos antagônicos vivem em eterna guerra. Uma guerra que começa em vida e termina na morte. Onde a partir daí, cada um vai para o seu reduto. Uns seguem iluminados, embalados pelo som de harpas tocadas por anjos voando rumo ao Céu azul. Outros compram passagem expressa para descida sem volta aos confins do inferno. Cada um seguindo de acordo com sua escolha de vida.
Mas, discordo dos que dizem que existe uma luta entre o bem e o mal. Afinal, o bem não luta. Prefere uma saída diplomática e pacífica para a situação. Não acredita que violência seja a solução para qualquer tipo de conflito. Etc. O mal, por sua vez, também evita qualquer tipo de duelo. Pois, apesar de perverso é covarde (e covardes não lutam). Prefere uma tocaia básica. Um tiro pelas costas. Um veneninho servido em alguma salada, ou outra idéia traiçoeira qualquer, para que as suas chances de vitória sejam obtidas de forma fácil e sem muito esforço.
Apesar do que as pessoas pensam. O pior inimigo do mal é o próprio mal. O bem compartilha. Doa. Ampara. Algo detestável para aqueles que tem pretensões maléficas. Porém, de muita valia para se arrebanhar os bens do bem. E em matéria de surrupiar, o mal é muito bom. Nos embates entre essas duas forças, surgem junções pouco amistosas, pois a partir de seus confrontos, tudo fica bem mal. Mas como alguns males vêm pra bem. As coisas acabam voltando ao normal, deixando para próxima batalha uma possível decisão para o sempre fatídico “confronto final”.
O mal não gosta do trabalho. Pois dizem que o trabalho enobrece, e enobrecer não está nos planos de quem quer ser mal. Para ele a semana deveria ter cinco dias de descanso, e dois de feriado. Isto demonstra que mesmo o mal tem o seu lado bom de viver, com pensamentos próximos aos anseios da maioria das pessoas.
O ser vil não gosta de servir. Prefere ser servido. Adorado. Retribuindo com toda maldade possível de se praticar. Todos estes atributos detestáveis deixam-lhe em desvantagem frente ao sucesso. Mas o mal é esperto, e está sempre querendo se dar bem, achando formas inovadoras que impeçam os seus planos de irem mal.
O mal é o doce veneno que mata. O bem é o amargo remédio que cura. O mal é uma floresta escura, cheia de perigos e encantos, com lobos espreitando em cada um de seus recantos. O bem é campo florido, lugar onde pastam ovelhas, bezerros e vaquinhas malhadas. O bem é o amor puro e iluminado. O mal é a essência do pecado, vontade insaciável de supremo poder. É fogo que arde envolto em sombras, que chama para junto de suas chamas, incendiando vontades com promessas de prazer.
O bem é o lugar seguro, é serenidade. Consciência que nos faz refletir. É estender a mão aos que precisam. É mesmo triste ter coragem de sorrir. O mal é inquieto, sem raízes onde se fixar. Segue nômade procurando vítimas para atacar. É sedutor. Alegre em ser amoral. Superficial. Gosta de estender a mão para empurrar. Sorrir das tristezas que possa provocar.
Nós, seres humanos, somos invólucros que contém generosas parcelas do bem e do mal, que estão gravadas em nossa existência, sussurrando em nossos ouvidos em cada decisão a ser tomada. Dizendo-nos para fazer assim ou assado. Sinalizando caminhos a seguir, na incerteza de chegar. A decisão final é nossa. O bem e o mal ficam guardados em nossas entranhas, esperando uma brecha para tomar as rédeas de nossas vidas e passar enfiam a guia-las rumo a essência de suas (ou nossas?) próprias vontades.
E-mail: abrasc@terra.com.br
(Site: www.recantodasletras.com.br/autores/abrasc)
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O bem e o mal. Para alguns estes conceitos antagônicos vivem em eterna guerra. Uma guerra que começa em vida e termina na morte. Onde a partir daí, cada um vai para o seu reduto. Uns seguem iluminados, embalados pelo som de harpas tocadas por anjos voando rumo ao Céu azul. Outros compram passagem expressa para descida sem volta aos confins do inferno. Cada um seguindo de acordo com sua escolha de vida.
Mas, discordo dos que dizem que existe uma luta entre o bem e o mal. Afinal, o bem não luta. Prefere uma saída diplomática e pacífica para a situação. Não acredita que violência seja a solução para qualquer tipo de conflito. Etc. O mal, por sua vez, também evita qualquer tipo de duelo. Pois, apesar de perverso é covarde (e covardes não lutam). Prefere uma tocaia básica. Um tiro pelas costas. Um veneninho servido em alguma salada, ou outra idéia traiçoeira qualquer, para que as suas chances de vitória sejam obtidas de forma fácil e sem muito esforço.
Apesar do que as pessoas pensam. O pior inimigo do mal é o próprio mal. O bem compartilha. Doa. Ampara. Algo detestável para aqueles que tem pretensões maléficas. Porém, de muita valia para se arrebanhar os bens do bem. E em matéria de surrupiar, o mal é muito bom. Nos embates entre essas duas forças, surgem junções pouco amistosas, pois a partir de seus confrontos, tudo fica bem mal. Mas como alguns males vêm pra bem. As coisas acabam voltando ao normal, deixando para próxima batalha uma possível decisão para o sempre fatídico “confronto final”.
O mal não gosta do trabalho. Pois dizem que o trabalho enobrece, e enobrecer não está nos planos de quem quer ser mal. Para ele a semana deveria ter cinco dias de descanso, e dois de feriado. Isto demonstra que mesmo o mal tem o seu lado bom de viver, com pensamentos próximos aos anseios da maioria das pessoas.
O ser vil não gosta de servir. Prefere ser servido. Adorado. Retribuindo com toda maldade possível de se praticar. Todos estes atributos detestáveis deixam-lhe em desvantagem frente ao sucesso. Mas o mal é esperto, e está sempre querendo se dar bem, achando formas inovadoras que impeçam os seus planos de irem mal.
O mal é o doce veneno que mata. O bem é o amargo remédio que cura. O mal é uma floresta escura, cheia de perigos e encantos, com lobos espreitando em cada um de seus recantos. O bem é campo florido, lugar onde pastam ovelhas, bezerros e vaquinhas malhadas. O bem é o amor puro e iluminado. O mal é a essência do pecado, vontade insaciável de supremo poder. É fogo que arde envolto em sombras, que chama para junto de suas chamas, incendiando vontades com promessas de prazer.
O bem é o lugar seguro, é serenidade. Consciência que nos faz refletir. É estender a mão aos que precisam. É mesmo triste ter coragem de sorrir. O mal é inquieto, sem raízes onde se fixar. Segue nômade procurando vítimas para atacar. É sedutor. Alegre em ser amoral. Superficial. Gosta de estender a mão para empurrar. Sorrir das tristezas que possa provocar.
Nós, seres humanos, somos invólucros que contém generosas parcelas do bem e do mal, que estão gravadas em nossa existência, sussurrando em nossos ouvidos em cada decisão a ser tomada. Dizendo-nos para fazer assim ou assado. Sinalizando caminhos a seguir, na incerteza de chegar. A decisão final é nossa. O bem e o mal ficam guardados em nossas entranhas, esperando uma brecha para tomar as rédeas de nossas vidas e passar enfiam a guia-las rumo a essência de suas (ou nossas?) próprias vontades.
E-mail: abrasc@terra.com.br
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NOVA NOTA DO AUTOR (agora com muito mais conteúdo na nota): Caso queira receber os textos do escritor Antonio Brás Constante via e-mail, basta enviar uma mensagem para: abrasc@terra.com.br pedindo para incluí-lo na lista do autor. Caso você já os receba e não queira mais recebe-los, basta enviar uma mensagem pedindo sua retirada da lista. E por último, caso você receba os textos e queira continuar recebendo, só posso lhe dizer: "Também amo você! Obrigado pela preferência".
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O QUE FOI E O QUE FICOU - POESIA -
O QUE FOI E O QUE FICOU
(Autor: Antonio Brás Constante)
Ele gritou pelo fato que ali aconteceu;
Clamou desamparado por uma compaixão já tardia, a alguém que morreu;
Implorou ao sagrado ao mesmo tempo em que blasfemava alto,
Diante da dantesca cena de cruel covardia.
A angustia engasgava o choro;
Indefeso ao choque que sua consciência ainda não entendia;
A mente se enganava, achando que tudo aquilo era apenas um sonho;
Terrível ilusão. Fantasia.
Seu corpo trêmulo de joelhos. Desespero.
Observava caído e sem vida um pedaço importante de sua própria vida.
Estendido no chão frio dos acontecimentos;
Um singelo rostinho tão terno entregue agora ao sono eterno.
Da face do homem sangravam tristezas, vertidas de seus olhos mareados de dor;
Furtivas gotas do abandono sofrido;
Inúmeras lágrimas de adeus, dedicadas a um anjo perdido;
Pois a fatalidade de uma tragédia para sempre levou...
Seu pequeno filho querido.
E-mail: abrasc@terra.com.br
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(Autor: Antonio Brás Constante)
Ele gritou pelo fato que ali aconteceu;
Clamou desamparado por uma compaixão já tardia, a alguém que morreu;
Implorou ao sagrado ao mesmo tempo em que blasfemava alto,
Diante da dantesca cena de cruel covardia.
A angustia engasgava o choro;
Indefeso ao choque que sua consciência ainda não entendia;
A mente se enganava, achando que tudo aquilo era apenas um sonho;
Terrível ilusão. Fantasia.
Seu corpo trêmulo de joelhos. Desespero.
Observava caído e sem vida um pedaço importante de sua própria vida.
Estendido no chão frio dos acontecimentos;
Um singelo rostinho tão terno entregue agora ao sono eterno.
Da face do homem sangravam tristezas, vertidas de seus olhos mareados de dor;
Furtivas gotas do abandono sofrido;
Inúmeras lágrimas de adeus, dedicadas a um anjo perdido;
Pois a fatalidade de uma tragédia para sempre levou...
Seu pequeno filho querido.
E-mail: abrasc@terra.com.br
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sábado, 15 de setembro de 2007
ADOTE UMA BALA PERDIDA EM SEU CORAÇÃO"
Você é contra a violência, o tráfico de drogas e o crime, então faça sua parte para deixar de temer todas estas coisas.
Quer saber como?
Basta aderir a nossa campanha:
“ADOTE UMA BALA PERDIDA EM SEU CORAÇÃO!”
Uma campanha nacional do PCC (Possuímos Celulares na Cadeia).
O PCC pensa em você,
Liga pra você.
Ameaça você.
Ataca você.
Mata você.
Tudo...
Por...
Você!
P.S: Eles também Sabem onde você mora. Sabem onde estudam seus filhos...
(Gente, nós estamos FERRADOS!!!)
Quer saber como?
Basta aderir a nossa campanha:
“ADOTE UMA BALA PERDIDA EM SEU CORAÇÃO!”
Uma campanha nacional do PCC (Possuímos Celulares na Cadeia).
O PCC pensa em você,
Liga pra você.
Ameaça você.
Ataca você.
Mata você.
Tudo...
Por...
Você!
P.S: Eles também Sabem onde você mora. Sabem onde estudam seus filhos...
(Gente, nós estamos FERRADOS!!!)
UMA MENSAGEM PARA OLHOS CEGOS E OUVIDOS SURDOS
UMA MENSAGEM PARA OLHOS CEGOS E OUVIDOS SURDOS
(Antonio Brás Constante)
Caros senhores políticos. Tão caros em seus salários, no valor de suas propinas, em suas roupas de grife e belos carros. Mas, ao mesmo tempo tão pobres em suas preocupações e decisões em prol daqueles que votaram nos cavalheiros, carrascos, cafajestes, calhordas, que quando vêm a lhes calhar (leia-se: “se safar”), agem como excelentíssimos Calheiros...
Quantas pessoas os senhores já mataram este mês? Esta semana? Neste dia? Não diretamente, pois suas mãos bem cuidadas apenas embolsam verbas arrecadadas, ficando todo sangue e dor subentendidos em suas podres ações sem traços de pudor. A contabilidade das mortes pode ser calculada nas vidas perdidas pela falta de investimentos em saúde, segurança, ou mesmo por um pouco de comida.
Assassinos com função definida. Investidos como senadores. Conhecidos como deputados. Chamados de vereadores. Desfilando como prefeitos, presidentes e ex-presidentes do País ou do senado. Homens com títulos de governadores entre tantos outros nomes de cargos. Matando os seus patrões (pobre e esquecido povo), que são atraídos por suas mentiras e traídos pela ganância de quem se vende por milhares de dólares ou até por meros trocados. Mas a pior palhaçada é que lá em Brasília, ou ali na prefeitura da esquina, vocês ainda têm coragem de falar em decoro (nos seus discursos decorados), enquanto a população, ao invés de rir desta piada sem graça, apenas brada em coro: “Queremos um pouco de decência”, ou simplesmente: “SOCORRO!”.
Se não puderem atender a este clamor devido a sua falta de caráter, ao menos façam pelas pessoas que sofrem em busca de remédios e hospitais, que faltam justamente por vocês terem superfaturado as verbas destinadas à saúde, comprando ambulâncias a troco de limusines. Ou então lembrem que os senhores já foram meninos e façam alguma coisa pelas inúmeras crianças que trabalham como escravas, que sofrem caladas, maltratadas e abusadas de formas tão brutais. Ao menos olhem uma vez que seja na direção delas, quem sabe a luz que brilha já tão fraca naqueles olhinhos sofridos não desperte um pouco de compaixão aos senhores de terno e gravata, que arrotaram tantas mentiras e bravatas na conquista de seu cargo atual. Silenciem o tilintar de suas taças de cristal e escutem as vozes infantis já tão fracas que imploram por ajuda social.
Saiam de suas redomas seguras e segurem nas mãos das viúvas, dos órfãos, dos pais e mães que perderam seus filhos porque uma bala de fuzil se perdeu. Talvez percebam que este manto de tranqüilidade que conforta suas noites de sono cobre apenas os seus pés, deixando milhares à mercê do medo e do abandono. Medo de sair de casa, de trabalhar, de conviver. De viver em uma nação onde súditos corações clamam por paz em meio a um reinado de guerras. Quantos já morreram nos bairros ou nas favelas, seja nas ruas e vielas, ou no ventre do próprio lar, vítimas da insegurança, pois os investimentos nunca chegam onde deveriam chegar. Ouçam além do motor de seus carros blindados, o hino dos desprotegidos, que sai pelas frestas das janelas lacradas com grades e cercas farpadas.
Será que é tão difícil assim? Será que é pedir demais que vocês, seres políticos, trabalhem pelo menos um pouquinho que seja para o bem desta nação? Mas, se não puderem levar o Brasil a sério, mesmo depois de todos estes apelos, gostaria apenas lembrá-los de que se não quiserem fazer isto pelos doentes, nem pelas crianças, ou pelo povo em geral. Façam isso por vocês mesmos, pois se conseguirem superar a doença da corrupção que domina suas mesquinhas ambições, quem sabe ainda consigam resgatar sua própria humanidade e junto com ela a dignidade de toda uma nação.
E-mail: abrasc@terra.com.br
(Site: www.recantodasletras.com.br/autores/abrasc)
Xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx
NOTA DO AUTOR: Divulgue este texto para seus amigos. (Caso não tenha gostado do texto, divulgue-o então para seus inimigos).
NOVA NOTA DO AUTOR (agora com muito mais conteúdo na nota): Caso queira receber os textos do escritor Antonio Brás Constante via e-mail, basta enviar uma mensagem para: abrasc@terra.com.br pedindo para incluí-lo na lista do autor. Caso você já os receba e não queira mais recebe-los, basta enviar uma mensagem pedindo sua retirada da lista. E por último, caso você receba os textos e queira continuar recebendo, só posso lhe dizer: "Também amo você! Obrigado pela preferência".
ULTIMA NOVA NOTA DO AUTOR: Agora disponho também de ORKUT, basta procurar por "Antonio Brás Constante".
(Antonio Brás Constante)
Caros senhores políticos. Tão caros em seus salários, no valor de suas propinas, em suas roupas de grife e belos carros. Mas, ao mesmo tempo tão pobres em suas preocupações e decisões em prol daqueles que votaram nos cavalheiros, carrascos, cafajestes, calhordas, que quando vêm a lhes calhar (leia-se: “se safar”), agem como excelentíssimos Calheiros...
Quantas pessoas os senhores já mataram este mês? Esta semana? Neste dia? Não diretamente, pois suas mãos bem cuidadas apenas embolsam verbas arrecadadas, ficando todo sangue e dor subentendidos em suas podres ações sem traços de pudor. A contabilidade das mortes pode ser calculada nas vidas perdidas pela falta de investimentos em saúde, segurança, ou mesmo por um pouco de comida.
Assassinos com função definida. Investidos como senadores. Conhecidos como deputados. Chamados de vereadores. Desfilando como prefeitos, presidentes e ex-presidentes do País ou do senado. Homens com títulos de governadores entre tantos outros nomes de cargos. Matando os seus patrões (pobre e esquecido povo), que são atraídos por suas mentiras e traídos pela ganância de quem se vende por milhares de dólares ou até por meros trocados. Mas a pior palhaçada é que lá em Brasília, ou ali na prefeitura da esquina, vocês ainda têm coragem de falar em decoro (nos seus discursos decorados), enquanto a população, ao invés de rir desta piada sem graça, apenas brada em coro: “Queremos um pouco de decência”, ou simplesmente: “SOCORRO!”.
Se não puderem atender a este clamor devido a sua falta de caráter, ao menos façam pelas pessoas que sofrem em busca de remédios e hospitais, que faltam justamente por vocês terem superfaturado as verbas destinadas à saúde, comprando ambulâncias a troco de limusines. Ou então lembrem que os senhores já foram meninos e façam alguma coisa pelas inúmeras crianças que trabalham como escravas, que sofrem caladas, maltratadas e abusadas de formas tão brutais. Ao menos olhem uma vez que seja na direção delas, quem sabe a luz que brilha já tão fraca naqueles olhinhos sofridos não desperte um pouco de compaixão aos senhores de terno e gravata, que arrotaram tantas mentiras e bravatas na conquista de seu cargo atual. Silenciem o tilintar de suas taças de cristal e escutem as vozes infantis já tão fracas que imploram por ajuda social.
Saiam de suas redomas seguras e segurem nas mãos das viúvas, dos órfãos, dos pais e mães que perderam seus filhos porque uma bala de fuzil se perdeu. Talvez percebam que este manto de tranqüilidade que conforta suas noites de sono cobre apenas os seus pés, deixando milhares à mercê do medo e do abandono. Medo de sair de casa, de trabalhar, de conviver. De viver em uma nação onde súditos corações clamam por paz em meio a um reinado de guerras. Quantos já morreram nos bairros ou nas favelas, seja nas ruas e vielas, ou no ventre do próprio lar, vítimas da insegurança, pois os investimentos nunca chegam onde deveriam chegar. Ouçam além do motor de seus carros blindados, o hino dos desprotegidos, que sai pelas frestas das janelas lacradas com grades e cercas farpadas.
Será que é tão difícil assim? Será que é pedir demais que vocês, seres políticos, trabalhem pelo menos um pouquinho que seja para o bem desta nação? Mas, se não puderem levar o Brasil a sério, mesmo depois de todos estes apelos, gostaria apenas lembrá-los de que se não quiserem fazer isto pelos doentes, nem pelas crianças, ou pelo povo em geral. Façam isso por vocês mesmos, pois se conseguirem superar a doença da corrupção que domina suas mesquinhas ambições, quem sabe ainda consigam resgatar sua própria humanidade e junto com ela a dignidade de toda uma nação.
E-mail: abrasc@terra.com.br
(Site: www.recantodasletras.com.br/autores/abrasc)
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NOTA DO AUTOR: Divulgue este texto para seus amigos. (Caso não tenha gostado do texto, divulgue-o então para seus inimigos).
NOVA NOTA DO AUTOR (agora com muito mais conteúdo na nota): Caso queira receber os textos do escritor Antonio Brás Constante via e-mail, basta enviar uma mensagem para: abrasc@terra.com.br pedindo para incluí-lo na lista do autor. Caso você já os receba e não queira mais recebe-los, basta enviar uma mensagem pedindo sua retirada da lista. E por último, caso você receba os textos e queira continuar recebendo, só posso lhe dizer: "Também amo você! Obrigado pela preferência".
ULTIMA NOVA NOTA DO AUTOR: Agora disponho também de ORKUT, basta procurar por "Antonio Brás Constante".
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